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	<title>Arquivos absorvente de pano | Da Terra que Cura</title>
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	<description>Calcinhas absorventes para uma menstruação com mais conforto!</description>
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	<title>Arquivos absorvente de pano | Da Terra que Cura</title>
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		<title>Ser mulher é viver com medo &#8211; Nathália Jucinsky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 16:40:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Queria que o meu primeiro texto desse ano tivesse um conteúdo diferente desse, mas diante das circunstâncias, vamos falar da realidade. O gênero mulher corre perigo, é urgente, meu coração clama por socorro, somos vítimas em potencial desse sistema machista/patriarcal que não cansa de objetificar nossos corpos. Não podemos falar em liberdade da mulher sem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Queria que o meu primeiro texto desse ano tivesse um conteúdo diferente desse, mas diante das circunstâncias, vamos falar da realidade.</p>
<p>O gênero mulher corre perigo, é urgente, meu coração clama por socorro, somos vítimas em potencial desse sistema machista/patriarcal que não cansa de objetificar nossos corpos.</p>
<p>Não podemos falar em liberdade da mulher sem que tenhamos o básico: o direito a vida.</p>
<p>A mulher livre é uma afronta a essa sociedade adoecida, não temos base educacional para compreender a liberdade da mulher.</p>
<p>Nossos corpos são objetificados desde que nascemos, não existe um lugar 100% seguro para se viver sendo mulher.</p>
<p>Não tem classe, não tem idade, não tem cor, a todo momento uma mulher é alvo de violência, seja física, sexual ou psicológica.</p>
<p>Por sermos mulheres estamos em perigo, suscetíveis a sermos vítimas, a qualquer momento.</p>
<p>A dor de uma é a dor de todas, quando uma de nós sofre, isso reverbera em todas nós, fazemos parte da mesma máquina propulsora de opressão.</p>
<p>Julieta, você deixou um legado de alegria e liberdade, que nós aqui possamos honrar a sua luta, e que por mais incrédulas que possamos ficar diante dessas atrocidades, vivo para presenciar o dia que o nosso grito de liberdade será o direito a vida em segurança.</p>
<p>Por ti, por mim, por nós todas!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Nathália Jucinsky </strong><a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/">@nathaliajucinsky</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-15157 size-medium" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/01/blog-267x300.jpg" alt="" width="267" height="300" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/01/blog-267x300.jpg 267w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/01/blog-64x72.jpg 64w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/01/blog.jpg 564w" sizes="(max-width: 267px) 100vw, 267px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem via Pinterest @shymemorias</p>
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		<title>Que cheiro você tem? Que gosto você tem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 15:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! Recentemente passei por uma situação de decepção amorosa, aquele famoso dia em que olhamos para o lado e a pessoa não faz mais sentido, onde se constata que a magia acabou, o brilho se foi e a pessoa passa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente passei por uma situação de decepção amorosa, aquele famoso dia em que olhamos para o lado e a pessoa não faz mais sentido, onde se constata que a magia acabou, o brilho se foi e a pessoa passa a ser só uma pessoa qualquer. Logo me dei conta que o cheiro dele tinha mudado. Isso já tinha acontecido antes, e sempre é pelo cheiro que eu lembro de perceber que a relação mudou de amor romântico para o lugar de: ok ali está outra pessoa.</p>
<p>E sabe aquela história de que a gente atrai o que a gente pensa? O que isso significa? Porque os bichos sentem a gente sem que se fale nada? Dizem que o cachorro fareja o medo e aí mesmo que ele ataca. Como os bebês sentem o que estamos sentindo?</p>
<p><br />Isso tudo me atravessou, e uma coisa fez sentido, nossas emoções, pensamentos, tudo que somos, está exalando no nosso cheiro.</p>
<p><br />São tantos cheiros artificias, tantos morangos com champanhe, pêssego com baunilha, que parece que nosso olfato original se perdeu. Ou deixamos de acreditar no que farejamos, mas ainda está em nós essa capacidade.<br />Nossa intuição também vem farejando, quantas vezes já me peguei pensando que alguma situação não cheira bem, ou que: humm isso tem cheiro de roubada.</p>
<p><br />Fez todo sentido, exalamos nossos sonhos, nossas angustias, nossos medos, nossos desejos, nossas frustrações, e assim atraímos e repelimos e repetimos situações iguais. E tá tudo bem, porque a magia dos cheiros é justamente ser algo que não se controla, é a nossa essência, e mesmo com cheiros artificias, continua ali.</p>
<p><br />E não é curioso que o cheiro de sangue provoque tantas emoções e medo, que logo barraram nosso cheiro menstrual? <br />A utilização de absorventes de pano, da calcinha com forro branco, eu fiz as pazes com o cheiro de menstruação. Muito mais agradável do que o cheiro que fica no absorvente descartável de plástico cheio de química, talvez pensada para cheirar mal, e assim nos oprimir e confinar nesse período tão fértil e sagrado.</p>
<p><br />Farejem, sintam cheiros, confiem no que a intuição do cheiro provoca. Se alguém ou algo não te cheira bem, de ouvidos ao sinal. aproveitem os bons cheiros!</p>
<p>As épocas festivas do ano tem cheiro, nossas memórias tem cheiros. A natureza avisa o que é bom ou ruim para se comer através do cheiro.<br />Que o próximo ano cheire gostoso!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Axé, salve bença!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autoria do texto: @Juliana Cerdá Mendes</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-15138 size-medium" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-1-208x300.jpg" alt="" width="208" height="300" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-1-208x300.jpg 208w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-1-64x92.jpg 64w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-1.jpg 564w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem do Pinterest Kentjohnbrooks</p>
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		<title>Por que o ‘Não’ ainda é tão desconfortável? &#8211; Nathália Jucinsky</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/por-que-o-nao-ainda-e-tao-desconfortavel-nathalia-jucinsky/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 12:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Impor limites é algo libertador e ao mesmo tempo aqui dentro ainda incomoda um tanto, aquela perturbação interior que leva a um lugar de culpa, de desconforto. Isso é tão estranho, porque ao mesmo tempo que é um movimento de autorrespeito, de um ‘SIM’ para si mesma, é como se uma orquestra de autojulgamento fosse [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[






<p class="wp-block-paragraph">Impor limites é algo libertador e ao mesmo tempo aqui dentro ainda incomoda um tanto, aquela perturbação interior que leva a um lugar de culpa, de desconforto.</p>
<p>Isso é tão estranho, porque ao mesmo tempo que é um movimento de autorrespeito, de um ‘SIM’ para si mesma, é como se uma orquestra de autojulgamento fosse acionada.</p>
<p>Desejo muito poder dizer ‘não’ sem culpa, sem dor, sem medo.<br />Desejo que o ‘não’ seja naturalizado, assim como se naturaliza um ‘não’ dito para uma criança.<br />Por que entre nós, pessoas adultas e maduras, isso é tão complexo?!</p>
<p>Acredito que todo esse desconforto ainda está muito conectado ao arquétipo da “boa menina”, essa que somos ensinadas a ser, aquela que faz tudo para agradar, para ser aceita, aprovada, essa que evita dizer ‘não’, que evita se posicionar para não causar conflito ou estranheza.</p>
<p>Por mais que tenhamos hoje esse ‘não’ mais desenvolvido, sinto que ele ainda é amargo e ácido nos nossos paladares, ele ainda vem carregado de peso.</p>
<p>Desejo que nós possamos ser fiéis a nós mesmas, que possamos estabelecer uma estrutura sólida de autorrespeito, que o amor próprio seja consolidado na prática, que a gente não se permita ultrapassar os próprios limites pelo medo da rejeição e do conflito.</p>
<p>Desejo que o ‘não’ possa sair das nossas bocas com confiança e coragem de quem entendeu que ser permissiva com o outro é violar os acordos firmados consigo mesma.</p>
<p>Desejo que não nos coloquemos em lugar de mendigas da aprovação alheia para que isso nos cause algum conforto.</p>
<p>A autonomia feminina passa pelo lugar de aprender a dizer ‘não’.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Nathália Jucinsky </strong><a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/">@nathaliajucinsky</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-15065 size-medium" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-200x300.jpg 200w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-64x96.jpg 64w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog.jpg 564w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem via Pinterest barefotblonde.com</p>
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		<title>Você tem fome de que? &#8211; Juliana Cerdá</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/voce-tem-fome-de-que-juliana-cerda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! A gente não quer só comida a gente quer bebida diversão e arte… muitas letras de música vem como inspiração, lembram experiências, acalentam e dão coragem… essa música me lembrou uma história… Hoje trago uma parábola que escutei do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gente não quer só comida a gente quer bebida diversão e arte… muitas letras de música vem como inspiração, lembram experiências, acalentam e dão coragem… essa música me lembrou uma história…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje trago uma parábola que escutei do Jean- Yves Leloup, ou o que eu guardei de inspirador, sobre o que oferecemos e o que o outro realmente precisa… a jardineira e o leão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existia uma jardineira muito gente boa, coração enorme, caprichosa, delicada. Ela tinha um leão, e ela amava tanto aquele animal tão poderoso, que se punha todos os dias a cuidar de seu jardim, horta e pomar. Sem poupar esforços, dia após dia, ela trabalhava a terra, adubava, se certificava ter tudo do bom e do melhor. Era tudo muito lindo, colorido e apetitoso. A jardineira cantava, brincava, conversava com o leão.<br />Já o leão via toda a alegria e entusiasmo da jardineira e o quanto era especial o que ela lhe oferecia. E foi passando tempo, e ao invés do leão ficar forte e vigoroso, ele ia ficando magro, a juba sem brilho. E aí ela se esforçava mais ainda para ter as melhoras verduras, frutas e hortaliças… nossa como ela se dedicava, era impressionante.<br />E mesmo assim nada do leão dar sinais de melhora. Um dia não teve jeito, ela precisou levá-lo ao médico. Chegando lá, o leão inquieto, pois certamente ele sabia o que estava por vir, e doía muito nele saber que logo o coração da jardineira ia se partir. o médico examinou, fez as perguntas de praxe, e percebeu logo o que estava de fato acontecendo. Ainda que fraco o leão buscava mostrar a gratidão dele, até que o doutor disse, minha querida, seu carinho, cuidado e esforço são dignos e maravilhosos, porém um leão se alimenta de carne. Por mais que o que vc oferece a ele seja do bom e do melhor, por mais que ele aceite e coma tudo, isso não o alimenta. Provavelmente ele o faz por retribuição do que ele vê, e pelo enorme amor que ele também sente por ti. Perceba então que voce, por mais entregue esteja, o que está oferecendo não é o que ele precisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moral da história: será que sabemos o que nós oferecemos por aí? Será que nosso esforço em agradar e fazer tudo pelo outro, sem nem sequer perguntar, é sobre o outro ou é sobre nós mesmos? É bom demais ajudar o outro, da muita satisfação em ser reconhecida como bondosa. E quantas vezes não fomos a jardineira ou o leão? Onde não só damos o que o outro não precisa como também aceitamos o que o outro nos dá e nos não precisamos.<br />Saber do que temos fome e do que temos sede é já um grande passo para curarmos nossas relações interpessoais. Saber nossos ciclos, conhecer nosso sangue, nosso cheiro e nossas novidades diárias, faz toda diferença, para que possamos comunicar e escutar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Axé, salve bença!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juliana Cerdá Mendes</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="564" height="846" class="wp-image-14820" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/11/arte-blog-564x846.jpg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem do Pinterest joleenbridges.hubpages.com</p>
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		<title>A confluência entre mulheres é uma potência de revolução! &#8211; Nathália Jucinsky</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/a-confluencia-entre-mulheres-e-uma-potencia-de-revolucao-nathalia-jucinsky/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 16:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[absorvente de pano]]></category>
		<category><![CDATA[calcinha absorvente]]></category>
		<category><![CDATA[escritoras]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando mulheres se encontram para partilhar suas histórias acontecem fissuras no sistema. Enquanto ainda tivermos olhares julgadores, competitivos, invejosos entre nós mulheres estaremos frágeis perante esse sistema patriarcal/machista, estamos auxiliando a alimentar essa máquina. A nossa união é disruptiva. Escuta ativa, movimentos de assistenciamento, rede de apoio, afeto, elo. Por que será que proferimos por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[






<p class="wp-block-paragraph">Quando mulheres se encontram para partilhar suas histórias acontecem fissuras no sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto ainda tivermos olhares julgadores, competitivos, invejosos entre nós mulheres estaremos frágeis perante esse sistema patriarcal/machista, estamos auxiliando a alimentar essa máquina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nossa união é disruptiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escuta ativa, movimentos de assistenciamento, rede de apoio, afeto, elo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por que será que proferimos por tanto tempo “prefiro amigos homens” ?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manobra de separação, de distanciamento, rivalização, ao invés de nos apoiarmos estamos nos enfraquecendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você consome de mães solo?<br />Você apoia e divulga o trabalho de outras mulheres?<br />Quando foi a última vez que você se ofereceu para ser rede de apoio?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos no modo separação, isolamento, salve-se quem poder, mas a grande magia se faz quando nos unimos em muitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grito ecoa mais longe, o colo é reconfortante, compreendemos que as nossas histórias se conversam e que através dessa troca e fortalecimento vamos ficando mais corajosas, mais confiantes, nos sentimentos pertencentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cada vez que encontro outras mulheres<br />Para partilhar histórias<br />Nos tornamos terra fértil”<br />Ryane Leão</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que a nossa roda aumente, que possamos cirandar em comunidade, que a nossas vozes ecoem, que possamos fazer revolução em união.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Nathália Jucinsky </strong><a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/">@nathaliajucinsky</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="564" height="370" class="wp-image-14756" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/11/d5b8f489c3c43c9e601e55159b79d03c1-564x370.jpg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem via Pinterest imolav</p>
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		<title>O mundo tá ao contrário e ninguém reparou… &#8211; Juliana Cerdá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2023 14:14:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! &#160; Que tempo maluco estamos vivendo não é mesmo? Tenho a sensação que as histórias do livro de história, que lia e quase pareciam ficção de tão distante, pularam dos livros e estão randomicamente se organizando e mostrando a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que tempo maluco estamos vivendo não é mesmo? Tenho a sensação que as histórias do livro de história, que lia e quase pareciam ficção de tão distante, pularam dos livros e estão randomicamente se organizando e mostrando a cada dia o quanto a humanidade pirou. Provavelmente o advento da internet e todos os seus desdobramentos nos fizeram menos críticos e mais repetidores. Deixamos um pouco a cada dia de criticar para então repetir frases de efeito e mais tantas coisas atrás de likes, será?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que daqui a pouco aparecerá um dinossauro que despertou em uma das geleiras que está descongelando?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando foi que virou normal genocídio, terrorismo… eu nem consigo fazer uma linha de pensamento sobre tudo que está acontecendo, pois tem tanta manipulação dos fatos que confunde. Uma coisa eu sei, só depende de mim ter disciplina e foco, saber escolher e filtrar as informações e fazer meu melhor para não pirar de vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De um lado o capitalismo parece estar no seu último fôlego, do outro lado há ainda uma forma não clara de como nos relacionaremos como sociedade quando tudo ruir, ao mesmo tempo para tentar sustentar esse último suspiro capitalista selvagem, da-lhe incentivar guerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que era assim lá na primeira e segunda guerra, e a gente só não ficou sabendo? Agora a guerra é transmitida ao vivo, como se fosse um reality, e nem tem lado para escolher, pois quando se perde a humanidade e o alvo passa a ser criança e civis, nenhum discurso mais se sustenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que isso é a era de aquário? Só sei que foi assim, e como isso tudo será contado no futuro possível, só quem estiver lá saberá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por ora eu tenho uma liberdade apenas, a de me manter de pé, fazendo o que precisa ser feito para fortalecer o discernimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo mais fica pequeno quando a perspectiva é de guerra mundial, uma feita por homens gananciosos e sedentos por bilhões para ostentar e outra da natureza que parece estar reagindo a tudo que nós fizemos a ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E no meio disso tudo vemos direitos humanos conquistados retrocedendo, onde podia aborto, agora condenam, já se fala até de legalizar aborto e ao mesmo o abandono paternal, pois se não bastasse a falácia do racismo reverso, os mesmos produtores inventam o aborto masculino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você que me lê, torço que esteja tudo bem contigo, que você esteja conseguindo usar alguma ferramenta ou técnica, como respiração, meditação, terapia, para conseguir ficar de pé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa hora que as teias de redes podem ganhar força e fazer a diferença, pois o cada um por si não parece que tá dando muito certo não.<br />Vamos viver tudo que há para viver e deixar fluir, sangrar, suar, chorar, gozar. Livres da hipocrisia, da auto sabotagem e da escravidão mental ao qual somos expostos desde a invenção da mídia. Vamos usar tudo isso a nosso favor e não para encurtar caminhos e só trazer conforto.<br />Temos tempo e capacidade. Vamos amar a nós mesmos e aos outros, respeitar acolher e comunicar. Muito axé! Paz paz paz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto</strong>: Juliana Silva Cerdá Mendes <a href="https://www.instagram.com/julianacerdamendes/">@julianacerdamendes</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="550" height="828" class="wp-image-14742" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/10/d30ca171319d7390ab37a5306809d0b8-550x828.jpg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem do Pinterest @historicday</p>
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		<title>Te vejo, mulher &#8211; Nathália Jucinsky</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/te-vejo-mulher-nathalia-jucinsky/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Menstruação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Te vejo, mulher &#8211; Nathália Jucinsky Mulher! Eu te honro, mulher. Seguro na tua mão e abraço a tua história. A minha não é menos ou mais sofrida que a tua, é a minha. Mulher, quero poder te ver com os olhos da minha alma e te honrar com todo meu coração. Me perdoa mulher, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Te vejo, mulher &#8211; Nathália Jucinsky</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mulher!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu te honro, mulher. Seguro na tua mão e abraço a tua história. A minha não é menos ou mais sofrida que a tua, é a minha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mulher, quero poder te ver com os olhos da minha alma e te honrar com todo meu coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Me perdoa mulher, se em algum momento te olhei com olhos julgadores. Já sofremos preconceitos, já fomos oprimidas, já fomos abusadas. Recebemos como direito absoluta uma liberdade e uma igualdade enrustida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Te vejo mulher, que reprimiu a tua essência e verdade para se encaixar em um lugar qualquer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Te vejo mulher, que por vezes colocaram sua inteligência a prova por ter um rosto jovial e bonito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Te vejo mulher, que por vezes comparou o seu corpo com o meu corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Te vejo mulher, que por vezes escutou que você não era capaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, aqui e agora, depois de um longo caminho, eu sou muito feliz em ter um útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, eu me sinto leve para mostrar as minhas vulnerabilidades, sem me preocupar se isso ao seus olhos vai parecer frágil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nosso inconsciente coletivo é patriarcal e machista, por vezes me coloquei em relações de abuso e opressão em virtude do meu gênero feminino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cresci em uma sociedade que cobrava a minha primeira menstruação, depois o primeiro namorado, uma carreira, depois um marido e também filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segui um grande protocolo, mas o resultado foi um aglomerado de frustrações!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a minha história, não é menos ou mais sofrida do que a tua, é a minha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas eu te honro mulher, que apanhou, foi submissa e aguentou torturas psicológicas, porque achava que estava certo o que lhe faziam e o que lhe diziam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segura na minha mão mulher, porque nós juntas somos muito fortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Te vejo mulher, porque a tua história é a minha e se tu sofreu isso ressoa no meu coração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Te honro mulher, formadora de opinião, que lutou pelo seu amor próprio, e hoje se sente livre para escrever a sua própria história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Te honro mulher, que estudou anos para estar no cargo e lugar que está hoje, mérito da sua inteligência e esforço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Me honro mulher, por todas batalhas que lutei, por cada vez que me reergui, e por ser dona de mim e da minha voz!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu tenho orgulho de me sentir mulher em uma sociedade que ainda tenta, mas somente tenta, me limitar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu te vejo, eu sou você, MULHER!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Nathália Jucinsky </strong><a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/">@nathaliajucinsky</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="563" height="551" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/10/c149d8aac60259bbc34f9f2403846dc7-563x551.jpg" alt="" class="wp-image-14725"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem via Pinterest </p>
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		<title>O conforto no desconforto &#8211; Juliana Cerdá</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/o-conforto-no-desconforto-juliana-cerda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2023 17:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! &#160; Hoje muito se fala sobre sair da zona conforto e também já há muito sobre o quanto tempo se leva para achar uma zona de conforto e depois ter que sair. Pois o que é conforto ou desconforto? [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje muito se fala sobre sair da zona conforto e também já há muito sobre o quanto tempo se leva para achar uma zona de conforto e depois ter que sair.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pois o que é conforto ou desconforto? Sensações? Até onde se aguenta? Será que depende do quanto se está empenhado ou com vontade?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática de Astanga yoga, é possível se deparar todo tempo com este dilema. Todo dia, 6 vezes por semana, se tem a oportunidade de através da mesma sequência de poses, ou asanas, perceber-se no conforto dentro do desconforto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada dia meu corpo está de um jeito, e isso está relacionado ao que eu como, ao que eu sinto, em como eu durmo, como acordo. Lá no tapetinho fica bem claro tudo que eu tenho feito.<br />Isso é por certo desconfortável, e também confortável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se inicia a prática, o aquecimento pede uma sequência de saudações ao sol e isso exige bastante do corpo. Em seguida poses de pé, sentada, torções, e de repente aquelas saudações ao sol do início que eram exigentes, de tornam o momento de descanso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo é uma questão de perspectiva mesmo. Certo e errado, bom ou ruim, fácil ou difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo a depender de tantos outros fatores, que as vezes seria mais simples abandonar esses conceitos e seguir um fluxo mais natural, dentro do que é leve e pesado, no momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem culpas impostas por padrões sociais, sem amarras e definições de coach’s quânticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Viver o presente é mesmo encontrar conforto no desconforto. Se eu estou numa fila imensa para resolver uma burocracia, pode ser chatíssimo, mas se a mesma fila for para assistir uma banda de rock super legal, então será maneirissimo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagina então se eu estiver na fila chata da burocracia e escolher perceber a experiência com a mesma disposição de quem vai assistir e cantar músicas preferidas? Seria encontrar o conforto no desconforto e ainda ser livre, para fazer o que deve ser feito, sem me prender em pré conceitos do que é bom ou ruim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É viver e não ter vergonha de ser feliz, cantar e cantar…. Sendo aprendiz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Te convido a sentir conforto no desconforto. E ser livre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagina ser livre para ver a calcinha com as marcas de sangue e não sentir incomodada nisso, deixar ser confortável esse lugar alvo de tantos tabus? Porque será que atrai tanto o tecido escuro para esconder as marcas do sangrar, e deixar confortável?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Olhar natural para o sangue, para o corpo, para os pensamentos e emoções, e sentir confortável como o que se é no momento. Ainda que pareça desconfortável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um beijo e até logo mais! Viva a primavera, viva o outono!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escrito em 23/09/2023</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto</strong>: Juliana Silva Cerdá Mendes <a href="https://www.instagram.com/julianacerdamendes/">@julianacerdamendes</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="258" height="194" class="wp-image-14709" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-09-23-at-04.27.19-1-258x194.jpeg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem do Pinterest</p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/o-conforto-no-desconforto-juliana-cerda/">O conforto no desconforto &#8211; Juliana Cerdá</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Peço licença, eu quero fazer poesia com meu corpo &#8211; Nathália Jucinsky</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/peco-licenca-eu-quero-fazer-poesia-com-meu-corpo-nathalia-jucinsky/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[absorvente de pano]]></category>
		<category><![CDATA[calcinha absorvente]]></category>
		<category><![CDATA[escritoras]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulher, honrar a natureza do teu corpo, é um ato de revolução! Peço licença, eu quero fazer poesia com meu corpo. Por mecanismo de defesa nos proibimos de ser vulneráveis, vir em um corpo fêmea, por si só já é motivo de viver em perigo. Então, a gente cria cascas, armaduras, roupagens, por puro instinto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/peco-licenca-eu-quero-fazer-poesia-com-meu-corpo-nathalia-jucinsky/">Peço licença, eu quero fazer poesia com meu corpo &#8211; Nathália Jucinsky</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p class="wp-block-paragraph">Mulher, honrar a natureza do teu corpo, é um ato de revolução!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Peço licença, eu quero fazer poesia com meu corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por mecanismo de defesa nos proibimos de ser vulneráveis, vir em um corpo fêmea, por si só já é motivo de viver em perigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, a gente cria cascas, armaduras, roupagens, por puro instinto de sobrevivência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Peço as Deusas, por amor, nos ajudem a nos libertar dessas couraças que impedem de mergulhar em águas de amor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por mais que a alma clame, a ancestralidade alerta: perigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Queremos adentrar corpo adentro e conhecer cada parte da nossa natureza e fazer dessa reconexão uma revolução, em segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas para isso, pedimos licença a todas que vieram antes, foram queimadas, torturas e sacrificadas, honramos vocês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Queremos ser obras da Deusa, e para isso precisamos acolher e aceitar a nossa vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O delicado, o belo, amoroso, imperfeito, enlouquecedor, de ser mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A natureza do corpo pede em prantos, chega de sufoco, queremos paz em habitar um corpo mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não nos anestesiem mais, que tenhamos força para fazer dos mistérios do nosso corpo uma revolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Nathália Jucinsky </strong><a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/">@nathaliajucinsky</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="563" height="750" class="wp-image-14683" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/09/6dd3b6fd9d0c05731eebb6298bbedbf3-563x750.jpg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem via Pinterest <a href="https://br.pinterest.com/pin/833517843556169871/">Who What Wear</a></p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/peco-licenca-eu-quero-fazer-poesia-com-meu-corpo-nathalia-jucinsky/">Peço licença, eu quero fazer poesia com meu corpo &#8211; Nathália Jucinsky</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os campos de batalha, guerreiro pacífico que medita &#8211; Juliana Cerdá</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/os-campos-de-batalha-guerreiro-pacifico-que-medita-juliana-cerda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[absorvente de pano]]></category>
		<category><![CDATA[calcinha absorvente]]></category>
		<category><![CDATA[escritoras]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! Arjuna é um guerreiro pacífico, nos vedas é contada a história desta figura, de quando no campo de batalha ele para tudo, pois se dá conta que para continuar ele precisaria enfrentar os seus. Então ele chama Krishna e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/os-campos-de-batalha-guerreiro-pacifico-que-medita-juliana-cerda/">Os campos de batalha, guerreiro pacífico que medita &#8211; Juliana Cerdá</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Arjuna é um guerreiro pacífico, nos vedas é contada a história desta figura, de quando no campo de batalha ele para tudo, pois se dá conta que para continuar ele precisaria enfrentar os seus. Então ele chama Krishna e questiona, como posso seguir nessa guerra se quem se coloca como meu inimigo sãos meus irmãos, primos e amigos? Ele não queria combater esse combate, todos sabiam que ele era o melhor guerreiro e venceria todos facilmente, não seria nem justo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Krishna então com sua capacidade sobre as coisas, suspende a ação no campo de batalha e começa a conversar e cantar para Arjuna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Arjuna no bhagavadgita aprende sobre a ilusão do que vemos em nossa frente, sobre a importância de se conhecer a si mesmo, de reconhecer suas vulnerabilidades e também seus poderes e ter humildade. Será que ele estava mesmo prestes a matar os seus?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes nos deparamos com situações que para seguirmos nosso caminho com as escolhas que nos deixam leves, parece que temos que enfrentar todo mundo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se desfazer de ilusões na teoria parece muito altruísta, mas na pele arde e queima. O que então é possível fazer quando bons combates se apresentam e precisamos ser guerreiros pacíficos? Respirar certamente vai ajudar e clarear muito o pensamento e a emoção. Meditar poderá dar uma tremenda capacidade de se perceber. Meditar não é suspender os pensamentos ou parar de pensar, está mais para um estado que começa com a contemplação de tudo que se passa dentro de mim, para depois ser uma distância de tudo isso e aí organizar as coisas internamente. Meditar também não garante uma vida de paz e em alguns casos pode oferecer um verdadeiro caos ao abrir os olhos e notar a “realidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meditar pode ser estar no campo de batalha e precisar de uma parada para conversar com nossa fonte, ou seja, nossa essência. É tão libertador fazer uma pausa, reconhecer emoções, pensamentos. Bons ou ruins, são parte de uma maravilhosa criação que é cada um de nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E tudo muda sempre, e para acompanhar esses turbilhões e calmarias, essa pausa é sublime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para meditar também não é preciso do lugar perfeito, das perfeitas condições de temperatura e pressão, pode ser ali mesmo no momento da guerra, no perrengue ou no êxtase, de pé, sentada ou deitada, a respiração, o silêncio, a pausa, a comunicação com pensamentos e emoções. Solta tudo, ainda que só na imaginação, solta, e deixa chegar a inspiração. Vencer o bom combate pode ser apenas perceber-se com raiva ou amor, e estar em paz com essa clareza. E mesmo sabendo que no campo adversário está seu maior afeto, sem passar por isso não se pode avançar nos processos de amadurecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes você abriu mão de você mesma por não querer ver?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abra os olhos amorosamente para você mesma. Veja seu sangue, seu suor, sua lágrima, se reconheça com a glória que só você sabe que há! Viva e deixa viver! Lute como Arjuna e cante como Krishna!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto</strong>: Juliana Silva Cerdá Mendes <a href="https://www.instagram.com/julianacerdamendes/">@julianacerdamendes</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="511" height="699" class="wp-image-14648" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-22-at-14.23.20-511x699.jpeg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem do Pinterest</p>
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		<title>Onde está a sua mulher selvagem? &#8211; Aline Vibe</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/onde-esta-a-sua-mulher-selvagem-aline-vibe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 13:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ela está na sua autenticidade, na sua rebeldia, na sua liberdade. Está no foda-se que você dá pra sociedade. Ela está na sua autonomia, autoamor, autocuidado. Está naquele dia em que você disse chega pra relação abusiva, pro emprego morno, pra amizade tóxica. Ela está no seu útero e no sangue do seu ventre, que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Ela está na sua autenticidade, na sua rebeldia, na sua liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está no foda-se que você dá pra sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela está na sua autonomia, autoamor, autocuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está naquele dia em que você disse chega pra relação abusiva, pro emprego morno, pra amizade tóxica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela está no seu útero e no sangue do seu ventre, que você honra quando para de escondê-lo e julgá-lo mal cheiroso ou sujo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está em você quando sente a terra, o mar, o fogo e a ventania e percebe que também é feita disso e que a Grande Deusa se expressa através de você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela está nas suas avuelas, que também vivem em ti e a quem você oferta louvores quando faz bruxaria na sua casa, seja com ervas ou com o rezo da sua mãe que te acalma antes de dormir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está na sua sexualidade sagrada, tão castrada e calada, que hoje se liberta desse cárcere, jogando luz e amor sobre a sua criatividade e potência criadora, revelando seu prazer, seu gozo, seu tesão pela vida, sua alegria!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela está em você. Uivando como uma loba! Brilhando como uma Deusa!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre esteve. E sempre estará. Basta despertá-la!</p>



<p class="wp-block-paragraph">E como se faz isso?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em círculo!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as manas. Umas ajudando as outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rompendo a ideia de concorrência. Resgatando a irmandade e o poder da união das mulheres!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Aline Vibe <a href="http://www.instagram.com/alinevibe">@alinevibe</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Texto do livro Tudo É Vibe, disponível para compra direta com a autora.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="564" height="1049" class="wp-image-14638" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/d953faeffa657cda5480d0a6d191886a-564x1049.jpg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem de referência via Pinterest</p>
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		<title>Visibilidade menstrual (PARA TODAS) &#8211; Nathália Jucinsky</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/visibilidade-menstrual-para-todas-nathalia-jucinsky/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 14:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maestria sobre nossos corpos passa pela menstruação, indiscutivelmente. Diante dessa informação preciosíssima para o reapoderamento do nosso corpo fêmea, preciso trazer algumas questões sociais que permeiam o universo das mulheres menstruantes: A pobreza menstrual é uma realidade dentro da nossa sociedade, e precisamos ter olhos para ver o que acontece dentro da nossa comunidade, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">A maestria sobre nossos corpos passa pela menstruação, indiscutivelmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessa informação preciosíssima para o reapoderamento do nosso corpo fêmea, preciso trazer algumas questões sociais que permeiam o universo das mulheres menstruantes:</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pobreza menstrual é uma realidade dentro da nossa sociedade, e precisamos ter olhos para ver o que acontece dentro da nossa comunidade, no Brasil uma entre quatro adolescentes não tem acesso a absorventes e 1,5 milhões de brasileiras não tem banheiro em casa (informação colhida da <a href="http://www.mandalalunar.com.br/">Mandala Lunar</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas mulheres se utilizam de meios extremamente prejudiciais à saúde pela falta de acesso ao mínimo: absorvente, água encanada, privacidade. Alguns casos usam pão para conter seu sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de informação nos leva a um lugar de proliferação de tabus que prejudicam o fluxo natural dos nossos corpos, falar de menstruação ultrapassa um modismo holístico momentâneo, saúde da mulher é um direito constitucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos de espaços seguros e inclusivos para que o nosso sangue possa escorrer com dignidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falar sobre menstruação e polinizar a importância do reconhecimento do fluxo natural dos nossos corpos fêmeas é um ato político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais atenção nós, em vozes de privilégios, ecoarmos esse uivo de libertação, mais vamos contribuir para a visibilidade menstrual (para todas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Nathália Jucinsky </strong><a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/">@nathaliajucinsky</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="750" class="wp-image-14593" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-06-at-13.09.57-500x750.jpeg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem via Pinterest</p>
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