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	<title>Arquivos dizer não | Da Terra que Cura</title>
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	<description>Calcinhas absorventes para uma menstruação com mais conforto!</description>
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	<title>Arquivos dizer não | Da Terra que Cura</title>
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		<title>Permissividade, dificuldade de impor limites e dizer não &#8211; Nathália Jucinsky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 12:00:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[permissividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo quando as ações venham a nos causar desconfortos é de ordem primordial, dentro da estrutura patriarcal, a permissividade como uma característica indispensável na mulher. De formas sutis, ou não, é muito presente no nosso dia a dia a forma como buscamos tolerar, com intuito de não desagradar e manter o outro confortável. Aproveito aqui [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Mesmo quando as ações venham a nos causar desconfortos é de ordem primordial, dentro da estrutura patriarcal, a permissividade como uma característica indispensável na mulher.</p>
<p>De formas sutis, ou não, é muito presente no nosso dia a dia a forma como buscamos tolerar, com intuito de não desagradar e manter o outro confortável.</p>
<p>Aproveito aqui para trazer um depoimento pessoal, depois de muita terapia, de quando me dei conta que por anos tive infecção urinária recorrente pela permissividade nas relações sexuais, pelo medo de dizer “não quero agora”.</p>
<p>Em um primeiro momento você que está aqui lendo pode pensar “como assim?!”, mas é bem mais comum do que parece ser.</p>
<p>É triste, porque os nossos corpos estão gritando por socorro, mas esse sistema ainda nos atravessa de tantas formas.</p>
<p>O nosso corpo não sustenta um prazer linear, e precisamos normalizar isso, é de extrema urgência a compreensão da nossa não-linearidade. Sem que tenhamos que carregar nas costas o peso da responsabilidade pelo prazer do outro.</p>
<p>A pessoa que te ama não vai embora porque você vai falar “não”, a pessoa que te ama ela respeita o seu “não”, assim como respeita o seu “sim”.</p>
<p>Acontece que a nossa autoestima está tão a mercê da aceitação do outro, que em tantos momentos desrespeitamos a nós mesmas pelo medo de não sermos o bastante.</p>
<p>Se atente ao desconforto interno, ele pode ser um sinalizador da sua característica permissiva. Não fique desconfortável para manter o conforto de ninguém!</p>
<p> Autoria do texto: Nathália Jucinsky <a href="http://www.instagram.com/nathaliajucinsky">@nathaliajucinsky</a></p>
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		<title>Ser mulher é viver com medo &#8211; Nathália Jucinsky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 16:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[absorvente de pano]]></category>
		<category><![CDATA[calcinha absorvente]]></category>
		<category><![CDATA[dizer não]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queria que o meu primeiro texto desse ano tivesse um conteúdo diferente desse, mas diante das circunstâncias, vamos falar da realidade. O gênero mulher corre perigo, é urgente, meu coração clama por socorro, somos vítimas em potencial desse sistema machista/patriarcal que não cansa de objetificar nossos corpos. Não podemos falar em liberdade da mulher sem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Queria que o meu primeiro texto desse ano tivesse um conteúdo diferente desse, mas diante das circunstâncias, vamos falar da realidade.</p>
<p>O gênero mulher corre perigo, é urgente, meu coração clama por socorro, somos vítimas em potencial desse sistema machista/patriarcal que não cansa de objetificar nossos corpos.</p>
<p>Não podemos falar em liberdade da mulher sem que tenhamos o básico: o direito a vida.</p>
<p>A mulher livre é uma afronta a essa sociedade adoecida, não temos base educacional para compreender a liberdade da mulher.</p>
<p>Nossos corpos são objetificados desde que nascemos, não existe um lugar 100% seguro para se viver sendo mulher.</p>
<p>Não tem classe, não tem idade, não tem cor, a todo momento uma mulher é alvo de violência, seja física, sexual ou psicológica.</p>
<p>Por sermos mulheres estamos em perigo, suscetíveis a sermos vítimas, a qualquer momento.</p>
<p>A dor de uma é a dor de todas, quando uma de nós sofre, isso reverbera em todas nós, fazemos parte da mesma máquina propulsora de opressão.</p>
<p>Julieta, você deixou um legado de alegria e liberdade, que nós aqui possamos honrar a sua luta, e que por mais incrédulas que possamos ficar diante dessas atrocidades, vivo para presenciar o dia que o nosso grito de liberdade será o direito a vida em segurança.</p>
<p>Por ti, por mim, por nós todas!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Nathália Jucinsky </strong><a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/">@nathaliajucinsky</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-15157 size-medium" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/01/blog-267x300.jpg" alt="" width="267" height="300" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/01/blog-267x300.jpg 267w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/01/blog-64x72.jpg 64w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/01/blog.jpg 564w" sizes="(max-width: 267px) 100vw, 267px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem via Pinterest @shymemorias</p>
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		<title>Por que o ‘Não’ ainda é tão desconfortável? &#8211; Nathália Jucinsky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 12:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Impor limites é algo libertador e ao mesmo tempo aqui dentro ainda incomoda um tanto, aquela perturbação interior que leva a um lugar de culpa, de desconforto. Isso é tão estranho, porque ao mesmo tempo que é um movimento de autorrespeito, de um ‘SIM’ para si mesma, é como se uma orquestra de autojulgamento fosse [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Impor limites é algo libertador e ao mesmo tempo aqui dentro ainda incomoda um tanto, aquela perturbação interior que leva a um lugar de culpa, de desconforto.</p>
<p>Isso é tão estranho, porque ao mesmo tempo que é um movimento de autorrespeito, de um ‘SIM’ para si mesma, é como se uma orquestra de autojulgamento fosse acionada.</p>
<p>Desejo muito poder dizer ‘não’ sem culpa, sem dor, sem medo.<br />Desejo que o ‘não’ seja naturalizado, assim como se naturaliza um ‘não’ dito para uma criança.<br />Por que entre nós, pessoas adultas e maduras, isso é tão complexo?!</p>
<p>Acredito que todo esse desconforto ainda está muito conectado ao arquétipo da “boa menina”, essa que somos ensinadas a ser, aquela que faz tudo para agradar, para ser aceita, aprovada, essa que evita dizer ‘não’, que evita se posicionar para não causar conflito ou estranheza.</p>
<p>Por mais que tenhamos hoje esse ‘não’ mais desenvolvido, sinto que ele ainda é amargo e ácido nos nossos paladares, ele ainda vem carregado de peso.</p>
<p>Desejo que nós possamos ser fiéis a nós mesmas, que possamos estabelecer uma estrutura sólida de autorrespeito, que o amor próprio seja consolidado na prática, que a gente não se permita ultrapassar os próprios limites pelo medo da rejeição e do conflito.</p>
<p>Desejo que o ‘não’ possa sair das nossas bocas com confiança e coragem de quem entendeu que ser permissiva com o outro é violar os acordos firmados consigo mesma.</p>
<p>Desejo que não nos coloquemos em lugar de mendigas da aprovação alheia para que isso nos cause algum conforto.</p>
<p>A autonomia feminina passa pelo lugar de aprender a dizer ‘não’.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Nathália Jucinsky </strong><a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/">@nathaliajucinsky</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-15065 size-medium" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-200x300.jpg 200w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog-64x96.jpg 64w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/12/blog.jpg 564w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem via Pinterest barefotblonde.com</p>
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