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	<title>Colunistas | Da Terra que Cura</title>
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	<description>Calcinhas absorventes para uma menstruação com mais conforto!</description>
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	<title>Colunistas | Da Terra que Cura</title>
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		<title>Não dá pra reclamar do clima e continuar comprando na Shein &#8211; por Lídia Lino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2024 14:11:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>NÃO DÁ PRA RECLAMAR DO CLIMA E CONTINUAR COMPRANDO NA SHEIN (e nem continuar usando absorvente de plástico) Vocês sabem que amamos sororidade e adoramos passar um pano pras nossas manas porque empatia é nossa praia. Só que consciência social e ambiental também é e hoje o post é pra puxar a orelha das nossas [&#8230;]</p>
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<div dir="auto">NÃO DÁ PRA RECLAMAR DO CLIMA E CONTINUAR COMPRANDO NA SHEIN (e nem continuar usando absorvente de plástico)</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Vocês sabem que amamos sororidade e adoramos passar um pano pras nossas manas porque empatia é nossa praia. Só que consciência social e ambiental também é e hoje o post é pra puxar a orelha das nossas hermanitas que continuam consumindo fast-fashion.</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto">Não sei se vocês viram, mas o Business of Fashion (BoF) publicou bem recentemente um material com os números divulgados pela SHEIN sobre os níveis de emissão de gás carbônico na atmosfera.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">A análise mostra que a SHEIN simplesmente excedeu OS PRÓPRIOS LIMITES, alcançando números preocupantes não só para o planeta mas, PASMEM, para o mercado. Com isso, a empresa conquistou o título de MAIOR POLUIDORA DA MODA, segundo o BoF.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">A empresa alcançou a marca de 16.7 TONELADAS de CO2, mantendo uma distância considerável de outras grandes produtoras, como a Nike. Os dados são de 2023. As métricas são tão altas que chegam a superar o percentual de receita da Shein.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Mesmo com todo o combustível gasto com o transporte e envio das peças, os dados apontam a produção como o processo mais danoso.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">E aí, amoras, que vocês que compram de pequenos produtores, mães empreendedoras e se empenham em saber minimamente sobre a cadeia de produção das roupas e outros itens que consomem, estão liberadas de passar essa vergonha no crédito, no débito ou no pix! E praquelas que ainda estão no processo de se conscientizar que consumir é um ato mais que político, é um ato ECOFEMINISTA, ainda tá em tempo.</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Nós aqui DaTerraQueCura temos o maior orgulho de fazer parte dessa rede de mulheres conscientes, desde lá dos primórdios. Se você tá lendo esse texto, já é um ótimo sinal. Partiu repensar nosso consumo de moda?</div>
</div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Texto por: @lidialino com informações de @ecoaliza</div>
</div>
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		<title>Respeito é uma questão de amor próprio! &#8211; por Juliana Cerdá Mendes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 12:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! Quando não há mais medo, também não há mais o que precisar agradar. Quando bate o saco cheio de permitir ser tratada com falta de respeito, bate tb a certeza de que ninguém tem nada com isso, sempre é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>
<p>Quando não há mais medo, também não há mais o que precisar agradar. Quando bate o saco cheio de permitir ser tratada com falta de respeito, bate tb a certeza de que ninguém tem nada com isso, sempre é uma questão de até onde se deixa ser desrespeitado. Nas relações as pessoas vão até onde se admite.</p>
<p>Quando se quer agradar a todo custo, por medo de não ser adequada, não há respeito próprio.</p>
<p>E agora que você percebeu isso, o que fazer com a sensação de um vazio duro e frio, de que só depende de você mesma se reinventar e se relacionar diferente. Aos outros fica o espanto.</p>
<p>E não há nem que se anunciar a mudança da ansiedade para a ânsia, pois quem antes dava satisfação era a carência.</p>
<p>Sabe aquele papo de ameaçar os outros, se você não me respeitar eu sumo, pois se o desrespeito está, simplesmente suma.</p>
<p>Não há o que fazer ou onde permanecer se acabou a consideração.</p>
<p>Não digo aqui que não há remédio, e óbvio, todo mundo erra, uma hora ou outra desrespeita, e aí faz parte do aprendizado saber ter humildade reconhecendo o ocorrido e buscando se redimir.</p>
<p>Acredito que relações azedadas tenham recomeços, ainda que sem esperar que o outro mude, porque se eu mudei a outra parte nem sequer tem a opção de não mudar, pois como diz a auto ajuda, seja a mudança que você quer ver.</p>
<p>Experimenta, se pergunta, o que mais é preciso passar de humilhação e nervoso por medo de ser rejeitada e abandonada. Que papo é esse de que alguém tem o poder de te fazer feliz ou triste, de que alguém pode acabar com seu estado de espírito? Nananinanao, seja família, pai, mãe, filho, seja no trabalho, seja relação amorosa. Respeito é a locomotiva que nos leva a todo canto do mundo.</p>
<p>Respeito vem com educação, com discernimento, com amor próprio.</p>
<p>Viva e deixa morrer e viver.</p>
<p>O que tiver respeito fica. E se não tinha respeito e foi embora, melhor assim. Você não merece ficar implorando migalhas de aprovação e atenção.</p>
<p>Se inteira! Se a atenção e o amor que te faltou por aí. E depois conta para você mesmo como foi bom ser respeitada e amada.</p>
<p>Vamos menina, trata de ser forte e firme, não admita mais esse tipo de emaranhado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria do texto: <a href="http://instagram.com/julianacerdamendes">Juliana Cerdá Mendes</a></p>
<p>Leia mais textos das <a href="https://daterraquecura.com.br/blog">nossas colunistas aqui</a>.</p>
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		<title>O problema do poliéster &#8211; por Lídia Lino</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/o-problema-do-poliester-por-lidia-lino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 13:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2020, cientistas descobriram que já não existe nenhuma região do planeta que esteja livre de poluição por materiais sintéticos e microplástico. Nem as geleiras polares escapam. No Ártico, partículas de plástico caem do céu, junto com a neve. Os tecidos sintéticos correspondem a 60% das peças da indústria têxtil mundial e, cada vez que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2020, cientistas descobriram que já não existe nenhuma região do planeta que esteja livre de poluição por materiais sintéticos e microplástico. Nem as geleiras polares escapam. No Ártico, partículas de plástico caem do céu, junto com a neve.</p>
<p>Os tecidos sintéticos correspondem a 60% das peças da indústria têxtil mundial e, cada vez que lavamos estas roupas, milhares de partículas se espalham pela superfície da Terra, contaminando solo, ar e oceanos.</p>
<p>A ingestão de plástico por animais é um dos principais problemas para a conservação das espécies. Elas podem causar obstrução no trato gastrointestinal, fazendo com que tartarugas, por exemplo, fiquem impedidas de comer e realizar outras funções fisiológicas, levando-as a um emagrecimento crônico e à morte.</p>
<p>Não cansamos de repetir que o que faz mal para o planeta também faz mal para o nosso corpo. Se o poliéster libera tanto microplástico no ambiente, imagina o quanto disso não vai para a sua vulva, se você usa calcinhas deste material?</p>
<p>Claro que não queremos proibir ninguém de usar as calcinhas que quiser, do jeito que quiser e quando quiser. Entendemos que determinado tipo de roupa e evento podem levar as mulheres a optarem por calcinhas de material sintético. O problema é quando o uso das calcinhas de poliéster vira a regra em vez da exceção.</p>
<p>Não custa lembrar que estes materiais prejudicam a sua saúde íntima também porque, além da liberação de substâncias tóxicas, favorecem a retenção da umidade e a alteração da acidez da vulva, criando um ambiente perfeito para o desenvolvimento de fungos e bactérias, que causam infecções como candidíase e vaginoses.</p>
<p>As calcinhas DaTerraQueCura são compostas por 90% algodão, totalmente naturais e respiráveis. Sabemos que esta sempre será uma matéria prima com o custo mais elevado em relação às opções sintéticas e que isso representa uma desvantagem competitiva no nosso nicho. Mas, ainda mesmo que os tecidos de algodão sejam mais caros, jamais abriremos mão de trabalhar com um produto que é a melhor opção tanto para nossa saúde íntima quanto para o planeta.</p>
<p>Texto: <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n xd10rxx x1sy0etr x17r0tee x972fbf xcfux6l x1qhh985 xm0m39n x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" tabindex="0" role="link" href="https://www.instagram.com/lidialino/">@lidialino</a></p>
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		<title>A história da borra de café &#8211; por Lídia Lino</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/a-historia-da-borra-de-cafe-por-lidia-lino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 13:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma amiga nossa, muito sábia e querida, tem o hábito de ler o fundo das xícaras de café. Ela diz coisas como “a maneira com que esta figura se formou no fundo da louça, num semicírculo trêmulo, me diz que você tem alguns ciclos para encerrar, e que o fim não vai ser fácil, mas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma amiga nossa, muito sábia e querida, tem o hábito de ler o fundo das xícaras de café. Ela diz coisas como “a maneira com que esta figura se formou no fundo da louça, num semicírculo trêmulo, me diz que você tem alguns ciclos para encerrar, e que o fim não vai ser fácil, mas vai ser bom.”</p>
<p>Um dia, perguntei onde ela aprendeu essa arte, que tem até nome &#8211; cafeomancia. E ela, com a cara mais lavada do mundo, respondeu: “eu invento!” E, ao me ver com a surpresa estampada no rosto, ela continuou. “Eu fico ali, contemplando o desenho que se formou no fundo da xícara, intuo uma interpretação e, se eu achar que faz sentido, eu digo.”</p>
<p>Rimos muito, e naquele instante, me formei cafeomancióloga também. A partir daquele dia, comecei a reparar nos fundos de todas as minhas xícaras de café e a tirar das imagens que se formavam na louça, significados ocultos e pequenas premonições. Não é que eu acredite que adquiri poderes mediúnicos, nem que esteja esperando uma mensagem do Universo em forma de borra de café. Apenas gosto de praticar o esporte de ver com calma, ver de perto, ver sensível.</p>
<p>Ter uma calcinha menstrual com forro branco eleva esta prática lúdica e artística a outro patamar: o útero envia a mensagem no sangue menstrual, meu corpo a revela no forro da calcinha, meus olhos decifram os códigos, o cérebro interpreta, coração agradece.</p>
<p>E, ao contrário do café, o sangue menstrual é ainda mais generoso na mensagem: tem textura, tem cheiro, tem cor e tudo isso também é sinal do que se passa dentro. É toda uma sinfonia silenciosa que acontece, só porque um dia eu resolvi parar pra ver de perto quem eu sou: uma tela em branco cuja pintura maravilhosa e viva se modifica todo mês.</p>
<p>Texto: <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n xd10rxx x1sy0etr x17r0tee x972fbf xcfux6l x1qhh985 xm0m39n x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" tabindex="0" role="link" href="https://www.instagram.com/lidialino/">@lidialino</a></p>
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		<item>
		<title>Viva a preguiça das mulheres! &#8211; por Lídia Lino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Várias vezes ouvimos mulheres dizerem que não usam as calcinhas menstruais e nem as apresentam as para suas filhas porque têm “preguiça de lavar”. Quando ouvimos isso de alguma mulher, não nos apressamos em julgá-la, nem convencê-la da beleza e da importância das nossas calcinhas porque reconhecemos que, por trás desta fala, provavelmente há uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/viva-a-preguica-das-mulheres/">Viva a preguiça das mulheres! &#8211; por Lídia Lino</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Várias vezes ouvimos mulheres dizerem que não usam as calcinhas menstruais e nem as apresentam as para suas filhas porque têm “preguiça de lavar”. Quando ouvimos isso de alguma mulher, não nos apressamos em julgá-la, nem convencê-la da beleza e da importância das nossas calcinhas porque reconhecemos que, por trás desta fala, provavelmente há uma mulher sobrecarregada e explorada.</p>
<p>Uma mulher que tem passado tanto tempo cuidando das coisas e emoções dos outros, e responsabilizando-se pela vida dos outros não tem tempo de olhar pra si, nem de elencar suas prioridades. Se essa mulher pudesse colocar a sua preguiça no lugar certo, seguramente só usaria calcinhas menstruais porque saberia que receber e cuidar do seu sangue menstrual não é uma “tarefa”, é um presente. É através dele que nos conectamos não apenas com nosso ciclo interno, mas também com a própria força da vida.</p>
<p>Temos a honra de abrigar um órgão que abençoa a nossa preguiça. O útero está programado para ela. Todos os meses, quando ele nos envia nosso sangue menstrual, ele nos convida para o descanso e para o recolhimento. O tempo da menstruação é o tempo da reconexão.</p>
<p>Mas, mesmo assim, muitas de nós seguimos enredadas em afazeres domésticos que não são de nossa responsabilidade, continuamos presas em labirintos emocionais e insistimos em carregar cargas mentais que não nos pertencem.</p>
<p>A gente tem que ter preguiça é de conviver com quem não trata a gente como a gente merece e não respeita nossos limites; preguiça de quem não valoriza o nosso trabalho e não vê o nosso esforço; preguiça de fazer pelos nossos filhos o que eles já deveriam ser capazes de fazer sozinhos; preguiça de ensinar marmanjo a se comunicar e se relacionar;</p>
<p>Essas não são só preguiças possíveis, são preguiças necessárias para toda mulher. É o que nossa lua vem nos avisar a cada mês. Portanto, não vamos naturalizar a comodidade capitalista do absorvente descartável em nome da superexploração feminina disfarçada de preguiça.</p>
<p>Toda vez que você sentir ou ouvir alguém dizer que tem “preguiça” de lidar com seu sangue menstrual, pergunte-se: “onde é que esta mulher está sobrecarregada?&#8221;</p>
<p>por <a class="x1i10hfl xjbqb8w x1ejq31n xd10rxx x1sy0etr x17r0tee x972fbf xcfux6l x1qhh985 xm0m39n x9f619 x1ypdohk xt0psk2 xe8uvvx xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x16tdsg8 x1hl2dhg xggy1nq x1a2a7pz notranslate _a6hd" tabindex="0" role="link" href="https://www.instagram.com/lidialino/">@lidialino</a></p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/viva-a-preguica-das-mulheres/">Viva a preguiça das mulheres! &#8211; por Lídia Lino</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
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		<item>
		<title>Que mulher é essa? &#8211; Nathália Jucinsky</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/que-mulher-e-essa-nathalia-jucinsky/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 23:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser comum é atestado de fracasso para nós mulheres, principalmente se o recorte social for mulher preta. Essa pergunta saltou na minha tela mental presenciando o fenômeno da ginástica artística Rebeca Andrade ganhando medalha de ouro nas olimpíadas e dividindo pódio com mais duas mulheres negras. O que a mulher precisa fazer para ser exaltada? [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/que-mulher-e-essa-nathalia-jucinsky/">Que mulher é essa? &#8211; Nathália Jucinsky</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser comum é atestado de fracasso para nós mulheres, principalmente se o recorte social for mulher preta. Essa pergunta saltou na minha tela mental presenciando o fenômeno da ginástica artística Rebeca Andrade ganhando medalha de ouro nas olimpíadas e dividindo pódio com mais duas mulheres negras.</p>
<p>O que a mulher precisa fazer para ser exaltada?</p>
<p>Ser “comum” não é suficiente para ser respeitada, ser “comum” é atestado para ser massacrada por um sistema machista patriarcal que só espera um deslize da mulher para atirar a primeira pedra.</p>
<p>Não sei que lugar foi esse em que foi autorizado o direito ao “conselho” na vida da mulher, porque independente da fase em que estamos passando: lunação, gestação, menopausa; uma gigantesca parcela de pessoas tem opiniões e conselhos a distribuir.</p>
<p>Onde tem espaço para a mulher “comum” na nossa sociedade?</p>
<p>Não me canso de presenciar mulheres multifacetadas perdendo oportunidades por alguma questão que aos olhos capitalistas o rendimento não é mais o mesmo, saúde mental debilitada, maternidade, gestação, são alguns dos atravessamentos que precisamos nos blindar caso não queiramos por o nosso reconhecimento a prova.</p>
<p>Essa síndrome da superação tá me cansando, e vejo tantas ao meu redor exaustas; casa, filhos, trabalho, autoestima, estudo, saúde mental, criar algo incrível para ser reconhecida, ter algo importante a dizer, acertar, acertar, acertar.</p>
<p>Peço licença para habitar a vala comum, ser extraordinária acaba com qualquer psicológico, tá aí Simone Biles nos confirmando isso.</p>
<p>Um salve a mulher “comum”, que merecem ser exaltadas pelo simples fato de nascer “MULHER”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria do texto: Nathália Jucinsky <a href="http://www.instagram.com/nathaliajucinsky">@nathaliajucinsky</a></p>
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		<title>Tempo, tempo, tempo &#8211; Juliana Cerdá</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/tempo-tempo-tempo-juliana-cerda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 12:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! Será que existem pessoas que são do tipo que esperam aprovação e outras que são as que aprovam? Tenho notado claramente de um tempo pra cá que são movimentos distintos, um de ir na direção do outro esperando algo, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>
<p>Será que existem pessoas que são do tipo que esperam aprovação e outras que são as que aprovam?</p>
<p>Tenho notado claramente de um tempo pra cá que são movimentos distintos, um de ir na direção do outro esperando algo, e a contrapartida é ter alguém aguardando esse aproximação para dar…. Nesse caso, falando de aprovação.</p>
<p>Quem tem a incumbência de validar conta com o tempo e a paciência a seu favor e por isso não fica esperando que ninguém diga o que pode ou não, já que uma vez que não há pressa de nada, pelo contrário, há a certeza de que o tempo irá favorecer, fica essa pessoa num lugar cômodo.</p>
<p>Na outra ponta tem a pessoa apressada, que faz de tudo um pouco para ir na direção de quem tem o tempo ao seu lado, e mostrar seus experimentos e pedir anuência para então seguir para o próximo e próximo.</p>
<p>Imagina a cena, alguém parado observando e vendo amplamente tudo que se aproxima e se move e se afasta, até que chega alguém afobado, que fala tudo de uma vez, que se coloca disponível para qualquer coisa, que aceita qualquer coisa, dispensa o que demoraria para ficar pronto ou amadurecer, porque precisa sair correndo para experimentar mais e trazer novas coisas para aprovação.</p>
<p>Por óbvio que tem aí de cara uma questão de personalidade, de influência de tenra idade, e por suposto, a convicção e a vontade.</p>
<p>Será que é possível que em determinado momento da vida se permeie esses dois papéis ou ou estaríamos fadados a ser um ou outro?</p>
<p>Existirão os admiradores do tipo que observam e tem tempo e os que jurarão que ter pressa é a forma de ser produtivo.</p>
<p>E por falar em produtividade, não eh que o molde de linha de montagem tem sugado a capacidade humana de discernir e esperar.</p>
<p>Será que se em algum nível, as pessoas fizessem as pazes com o tempo, as coisas não seriam facilitadas pelo poder da observação e do silêncio?</p>
<p>O que está se passando que todos estamos buscando aprovações e lacrações, sem tempo nem de esperar a banana amadurecer naturalmente, preferindo ela já processada e pronta para ser consumida há qualquer momento, esperando na embalagem plástica e que provavelmente é fruto de alguma exportação. É porque se não está na época da banana aqui, é brilhante a ideia de ir do outro lado do mundo buscar.</p>
<p>Imediatismo.</p>
<p>Isso aí vai ter um preço, que só os que tem tempo do seu lado seriam capazes de perceber, já que não estão esperando aprovação.</p>
<p>O que está acontecendo que ninguém mais tem preguiça de acordar, então estão todos indo antes do por do sol dar uma corridinha na praia ou no parque, com aquela voz invisível que sopra e diz, acorda menina, não tem desculpa, todo dia é dia, vai lá postar tá pago e dar satisfação de que você pode e consegue. Que enquanto os outros dormem, você conquista seu sonho.</p>
<p>Ah! Pera lá! Sonho é bom ter dormindo. Que pressa é essa minha senhora, meu senhor. Que tanto assim de likes são necessários para que se possa relaxar e falar, tá bom, vou ali ser eu.</p>
<p>Quantas pessoas já esqueceram até quem elas são, pois viver atrás de aprovação faz perder a medida de o que somos e queremos.</p>
<p>Que loucura coletiva é essa que sublimou o cansaço e nos tem tornado máquinas de caça likes dispostos a abrir mão de tudo e todos para parecer alguma coisa.</p>
<p>De certo que nisso aí as funções básicas do corpo estão passando a responder perfomances. Menstruar? Nem pensar, não tem tempo para isso e o rendimento ainda cairá . Daqui a pouco até as necessidades mais básicas estarão condicionadas num experimento sob algum medicamento para que tenhamos hora e tempo contado a fim de satisfazê-las.</p>
<p>Ai não, quero meu direito de não fazer nada de volta, sem a voz que diz que eu posso mais e tenho que fazer mais. Que diz vai lá, sem filtro e sem lente, mostra quem você eh, quando na verdade o que vai sair é uma fórmula quântica para satisfazer a aprovação.</p>
<p>E por falar em quântico, já repararam como essa palavra cai muito bem para justificar o medo que temos que encarar o tempo. Quantos cursos e retiros e imersões e saídas brilhantes são oferecidas através do salto quântico?</p>
<p>Onde queremos chegar que não temos nem mais vontade de ir. Tudo instantâneo.</p>
<p>Ah mas os que tem tempo estão lá observando.</p>
<p>Já pensaram que logo será rico quem tem tempo a seu favor. Que cada dia mais o tempo é o que há de mais precioso?</p>
<p>Olha que luxo ter tempo!</p>
<p>Ah e obrigada pelo seu tempo em ler aqui!</p>
<p>Respira, faz as pazes com o seu tempo. Aproveita. O único lugar que vamos chegar é no fim da vida. Pressa de que? Curte o tempo até lá!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria do texto: <a href="http://instagram.com/julianacerdamendes">Juliana Cerdá Mendes</a></p>
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		<title>A minha insegurança &#8211; Nathália Jucinsky</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/a-minha-inseguranca-nathalia-jucinsky/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Demorei para ver…mas vi! Tanto tempo aqui, estava tão distraída, que não conseguia ver o que havia bem diante dos meus olhos: a minha insegurança. Ela tinha um poder grande sobre mim, meu inconsciente, minhas escolhas e decisões, me sentia uma marionete dela, quando eu menos esperava ela vinha me assombrar. Tentava me agarrar a qualquer [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Demorei para ver…mas vi! Tanto tempo aqui, estava tão distraída, que não conseguia ver o que havia bem diante dos meus olhos: a minha insegurança.</p>
<p>Ela tinha um poder grande sobre mim, meu inconsciente, minhas escolhas e decisões, me sentia uma marionete dela, quando eu menos esperava ela vinha me assombrar.</p>
<p>Tentava me agarrar a qualquer migalha de pertencimento, mas com os olhos ofuscados não conseguiam ter discernimento e entender o que se passava bem ali, dentro de mim &#8211; a minha insegurança.</p>
<p>Me utilizei de tantas e tantas pessoas para reforçar aquele lugar sombrio, e além disso ainda os apontava como culpados, e eu a vítima de toda aquela hostilidade.</p>
<p>Eu, a pobre mulher que vivia sendo vítima de pessoas ruins, pois bem meus mestres hoje eu lhes agradeço, acredito que aprendi, vocês me serviram para reforçar sobre o que eu demorei muito tempo para reconhecer: meu próprio valor.</p>
<p>Tenho consciência de que não é fácil se autorresponsabilizar pelo que nos afeta, mas a nossa estrutura interna de fortalecimento começa nesse lugar.</p>
<p>Quando tiremos o outro do nosso alvo e abrimos espaço para ficar cara a cara com o que mais nos assombra, e quando lidamos com o que mais nos amedronta é nesse lugar que surge e nasce a nossa potência.</p>
<p>Autoria do texto: Nathália Jucinsky <a href="http://www.instagram.com/nathaliajucinsky">@nathaliajucinsky</a></p>
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<p>Imagem via <a href="https://br.pinterest.com/pin/168885054768881414/">pinterest</a>.</p>
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		<title>História do fígado, uma oração! &#8211; Juliana Cerdá</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/historia-do-figado-uma-oracao-juliana-cerda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 12:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! As palavras contem vários significados dentro delas, são como arcas, que trazem uma infinitude de sentidos, empregos, origens, desdobramentos. Por certo também, que em quase todos os livros que tratam de religião, sempre no começo diz, primeiro foi o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>
<p>As palavras contem vários significados dentro delas, são como arcas, que trazem uma infinitude de sentidos, empregos, origens, desdobramentos.</p>
<p>Por certo também, que em quase todos os livros que tratam de religião, sempre no começo diz, primeiro foi o verbo.</p>
<p>Verbo é uma palavra que designa uma ação… e é muito lindo, rico e interessante, ver como as palavras podem alcançar ou embaralhar qualquer coisa.</p>
<p>Quando se divide uma palavra, quando se estuda a semântica, tudo se transforma e podemos perceber uma nova camada da vida.</p>
<p>Educação transmuta e transmite vida!</p>
<p>E a palavra oração é a que me veio como inspiração, para contar-lhes uma história sobre quando eu perguntei para um professor de Vedanta, que é o estudo das artes finais dos Vedas, lá do hinduísmo, sobre o que seria a oração na perspectiva tradicional do yoga.</p>
<p>De uma forma muito pragmática ele então me disse, sabe quando você exagera na comida ou bebida, e vem aquela sensação de estranheza ou até de mau estar e aí vc sabe que é seu fígado reclamando, pois, imagina que você é o fígado, e está sendo exaurida de tanta informação, de tantos afazeres, de tanta toxidade, daí para que isso cesse algo precisa ser feito, e eis que vai um sinal até o cérebro para te ajudar, então o cérebro solta a solução, e a pessoa sente incomodada a ponto de fazer uma atitude que mude tudo e a dor no fígado cesse.</p>
<p>O fígado fez uma oração e a mente escutando, enviou o “milagre”, e fez aquilo tudo mudar.</p>
<p>Quando fazemos uma oração, ou seja quando colocamos palavras, geralmente falando, mas também pode ser escrevendo ou desenhando, quando colocamos ação na palavra, nos enviamos mensagens para o Deus, Fonte, entidade, universo, o que for a tua vontade, e de alguma forma algo acontece dentro de nós, há conforto, já disciplina, há o exercício da fé.</p>
<p>Da arte, Da ciência.</p>
<p>Que tuas palavras sejam instrumentos de boas novas, que tenhamos discernimento para usar estas arcas sabiamente. Que possamos nos comunicar com educação e respeito.</p>
<p>Que possamos fazer sobre nosso corpo, nosso sangue, nossos fluidos…</p>
<p>Paz amor e oração!</p>
<p>Autoria do texto: <a href="http://instagram.com/julianacerdamendes">Juliana Cerdá Mendes</a></p>
<p>Imagem de capa: Pinterest</p>
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		<item>
		<title>Regeneração do nosso imaginário como caminho para o agroflorestamento mental e social &#8211; Nathália Jucinsky</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/regeneracao-do-nosso-imaginario-nathalia-jucinsky/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2024 12:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Regeneração do nosso imaginário como caminho para o agroflorestamento mental e social Sem diversidade a nossa programação mental fica árida, sem nutrição, resultando na escassez do nosso sistema de crenças, uma grande monocultura de pensamentos, um bioma sem diversidade é um bioma pobre. A qualidade e multipluralidade das sementes que estamos concebendo no nosso imaginário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[






<p class="wp-block-paragraph">Regeneração do nosso imaginário como caminho para o agroflorestamento mental e social</p>
<p>Sem diversidade a nossa programação mental fica árida, sem nutrição, resultando na escassez do nosso sistema de crenças, uma grande monocultura de pensamentos, um bioma sem diversidade é um bioma pobre.</p>
<p>A qualidade e multipluralidade das sementes que estamos concebendo no nosso imaginário reflete diretamente no resultado da colheita, podendo ser ela nutritiva e diversa ou agrotóxica.</p>
<p>Enquanto alimentarmos nossas mentes com estímulos monoculturais, vamos ter como consequência um bioma mental empobrecido, e uma alimentação a base de veneno.</p>
<p>A mente está a serviço, cabe a nós escolhermos a forma como vamos nutri-lá, se ela vai nos proporcionar estímulos saudáveis se tornando uma aliada, ou se ela vai nos intoxicar.</p>
<p>Compreender que permeamos um sistema de pensamentos monoculturais nos possibilita reflorestar nosso imaginário, partirmos para um trabalho de regeneração, saindo desse lugar homogeneizado colonizador/opressor.</p>
<p>As raízes das nossas crenças e padrões são bem mais profundas do que dimensionamos, “o mundo como hoje vemos, é aquele que concebemos”, de forma macro e micro, temos responsabilidade na ordem e caos que habitamos.</p>
<p>Que possamos nos responsabilizar pelo nosso imaginário, primeiro passo.<br />Depois reflorestar esse sistema. <br />Reprogramemos!</p>
<p>Autoria do texto: Nathália Jucinsky <a href="http://www.instagram.com/nathaliajucinsky">@nathaliajucinsky</a></p>
<p>Imagem via pinterest de <a href="https://br.pinterest.com/pin/211174974904053/">@Yahary_Ruiz</a></p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/regeneracao-do-nosso-imaginario-nathalia-jucinsky/">Regeneração do nosso imaginário como caminho para o agroflorestamento mental e social &#8211; Nathália Jucinsky</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
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		<item>
		<title>Desilusão &#8211; Juliana Cerdá</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/desilusao-juliana-cerda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 20:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! Om Asato Maa Sad-Gamaya &#124;&#124;Tamaso Maa Jyotir-Gamaya &#124;&#124;Mrtyor-Maa Amrtam Gamaya &#124;Om Shaantih Shaantih Shaantih &#124;&#124; Esse é o mantra indiano que trata da desilusão… mantras são frases, palavras, oração, intenção, algo que se repete, com o objetivo de aliviar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>
<p>Om Asato Maa Sad-Gamaya ||<br />Tamaso Maa Jyotir-Gamaya ||<br />Mrtyor-Maa Amrtam Gamaya |<br />Om Shaantih Shaantih Shaantih ||</p>
<p>Esse é o mantra indiano que trata da desilusão… mantras são frases, palavras, oração, intenção, algo que se repete, com o objetivo de aliviar a mente de pensamentos montes, substituindo por algo deliberadamente, e tem em várias religiões, mesmo que com outros nomes.</p>
<p>Nesse aqui que eu trago hoje, a repetição é para nos tirar da ilusão para a desilusão, das trevas para a luz e da morte para a imortalidade. <br />De cara parece muito ingênuo, mas num segundo olhar e possível se dar conta do poder e do que essa intenção pode carregar junto. <br />Desilusão parece uma palavra pesada e triste, porque traz consigo um sabor imediatamente amargo, e todo mundo evita uma desilusão.<br />Mas imagina o presente que é cair em si e sair de uma ilusão… aprendemos a sofrer pela desilusão, mas hoje eu te convido e sentir alegria pela desilusão.</p>
<p><br />Estar iludida é estar enganada, e estar vivendo o que não é para ser vivido, é se roubar do que de fato está ali para ser desfrutado. <br />Quantos caminhos se escondem atrás de véus da ilusão, e digo mais, a ilusão danada nos leva sempre no mesmo caminho, já repararam nisso?</p>
<p><br />O mantra segue, e também convém dizer antes que o mantra traz poucas palavras pois em cada palavra temos uma arca de significados que daria para ficar tempo elucidando sobre cada uma, e é aí que contém o poder do mantra e da palavra, por isso usem com moderação, seguindo temos que das trevas eu vá para a luz, ou seja a ilusão é obscura e sombria e nos deixa sem visão do que está acontecendo, e quando olhamos para a luz o caminho passa a ser claro, ainda que não seja aquele que sonhamos, ele será o possível e portanto o melhor que podemos ter no momento. <br />Na Índia tem um ditado que tudo que acontece é o melhor que poderia ter acontecido, simplesmente por ter sido como foi.</p>
<p><br />O mantra traz na última parte a ideia de ir da morte para a imortalidade, pois quando acreditamos em ilusão estamos matando infinitas possibilidades que são representadas da palavra imortalidade. <br />São seis frases que transformam nossa percepção, e que requer muita coragem de deparar com elas. Na ilusão é tudo tão macio. Quando escutamos: “sai da zona de conforto”, vem daí uma possível origem, e claro que tem muita gente que jura que está te libertando e cobrando por isso, quando só está mudando a sua ilusão de roupa.</p>
<p>Então cara gente, um pouco de amargo não faz mal nenhum.</p>
<p>Café sem açúcar é uma delícia.<br />O açúcar é uma ilusão. <br />Não olhar para nosso sangue e sentir nosso cheiro é ilusão. <br />Te convido de novo agora a fazer por escrito ou mentalmente uma lista de coisas que parecem gostosas e são uma ilusão, como o açúcar e o absorvente perfumado.</p>
<p>Um beijo e abraço sem ilusão nenhuma!</p>
<p>Autoria do texto: Juliana Cerdá Mendes</p>
<p>Imagem de capa: Pinterest de <a href="https://br.pinterest.com/pin/76561262409114015/">@swan_b_lake</a></p>
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		<item>
		<title>Relato mágico &#8211; desabafo &#8211; Juliana Cerdá</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/relato-magico-desabafo-juliana-cerda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! &#160; E se tudo que existe fosse só a partir do agora? Será que não é um tanto romântico demais ou melancólico demais essa mania de buscar no passado causas de traumas e problemas e esse tentar entender tudo? [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/relato-magico-desabafo-juliana-cerda/">Relato mágico &#8211; desabafo &#8211; Juliana Cerdá</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E se tudo que existe fosse só a partir do agora? Será que não é um tanto romântico demais ou melancólico demais essa mania de buscar no passado causas de traumas e problemas e esse tentar entender tudo? Será que não é tudo suposição? Será mesmo que alguém tem conseguicao de contar e lembrar de como foi cada coisa vivida no passado? De onde vem as memórias? E como elas são construídas? Pq as pessoas tem tantos pontos de vista diferentes? Pq um dia olho uma foto minha e me crítico a beça e se eu vendo a mesma fotos meses ou anos depois eu só acho lindeza nela?</p>
<p><br />Cansei de ler tantas teorias seguidas de soluções prontas e entregues, bastando seguir aquele tal método, para superar traumas, para aprender lições, e tanta gente falando sobre como se deveria ser como agir como pensar, como andar, como vestir…</p>
<p><br />Quando foi que viramos uma sociedade tão babaca e tão cheia de regras? Foucault tava era certo e hoje somos auto vigilantes…</p>
<p>Buscamos em outras culturas outros países soluções para o que nem com nossa história nos sabemos viver. Para que importamos tanta coisa?</p>
<p>No dia a dia, a gente não se vira na hora H?</p>
<p>Tô desconfiada de que esse tanto de trauma vem sendo colocado na nossa cabeça porque assim viramos um monte de gente problemática e consumidoras de remédio, terapia, teoria. E cada vez mais perpetuamos um estado de não pertencimento, não cabimento, de sermos inadequados, de ser culpa de alguém, e no final estamos correndo atrás do próprio rabo, porque usamos o mesmo mecanismo ao qual atribuirmos ser a fonte dos problemas, com opressão, repressão, mas só que ao invés de ser a voz dos nosso pais ou seja lá quem foi na infância, passa a ser da terapia. <br />Como é possível alguém se curar de um trauma de um abuso sexual com outro abuso sexual disfarçado de guiança mentoria mestre discípulo?</p>
<p>De onde vem essa necessidade de ser o dono da verdade? Desde os sofistas e socráticos? E para que ter essa posse da verdade? Para falarmos para os outros o que é certo e o que é errado? Se na real não ligamos nem um pouco para o outro… claro que não, não vestimos os sapatos dos outros e não queremos saber de nada, só do que diz respeito a nós mesmos… daí é um tal de gente apontar dedo e dizer o que é certo, e essas pessoas depois caindo em contradição e fazendo exatamente o contrário do que pregam?</p>
<p>Cheio de mulher aí vendendo curso de como ter relação saudável enquanto são abusadas por seu companheiros, gente que vende curso de tudo mas diz que da porta para dentro não se vive aquilo.</p>
<p>Manipular-nos e muito fácil e cada dia mais, pois falam que ser vulnerável é uma arma poderosa, daí acreditamos que somos fracos e devemos expor isso e nos tornamos presas fáceis….</p>
<p>Já pensou se não tiver nada de errado como ser quem somos, e o errado for esse tanto de opinião que vem de fora? Isso será que não lembra em nada o controle religioso da idade média?</p>
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<p>Será que não tem um jeito de conviver com amor por si e pelo outro como extensão de si? Não estamos no mesmo lugar? Tendo que lidar com esses fantasmas criados para gente consumir?</p>
<p>E de onde vem essa necessidade excessiva de ser portador da verdade de escrever, comunicar, se expressar? Meu palpite que é da falta de ter gente para prosear no meio do dia, do encontro espontâneo com conhecidos, estamos trancados cada vez em espaços menores, casa, carro e agora até nossa inteligência tá dentro destas caixinha mágica de onde eu digito e que daqui em segundos eu posso ir para qualquer lugar do mundo e falar com qualquer pessoa… de forma artificial, digital.</p>
<p>São crianças vidradas e limitadas já crescendo com traumas que nem viveram, super fragilizadas sem serem capazes de lidar com nada mais. Enlouquecidos pela cobrança de entregarem resultados que deverão ser fruto do investimento dos pais que são adultos tão cansados que já veem a função de parir e educar filhos como um fardo, e que congelam embriões para garantir uma melhor performance deste ser que não será gerado no momento presente, mas que já vem do passado congelado esperando o melhor momento sem perder a obrigação da performance. Por que se a mulher esperar esse momento certo seu óvulo estará velho? Então quem nasceu de mãe pós 35 anos nasceu com problema? E os homens bonitões continuam sendo livres para terem espermatozoide bom a vida inteira, pois até agora só escuto sobre o óvulo Velho… cansa mesmo viu Chul-Han… continua mais do mesmo, homens ditando regras do mundo e nos controlando, dizendo que a pílula foi uma revolução feministas quando foi um jeito deles de isentarem de serem pais. A justificativa vem da pré-história e dos instintos caçadores do homem e a vocação de segue da mulher. E quem foi que viveu na pré-história para saber? As conclusões sobre esse período vieram de pesquisas lideradas por homens e por patrocínios de corporações que tem algum interesse. Assim como no futuro vão achar destroços de uma antiga civilização que adorava rato, e atribuirão poderes mágicos a esse rato e falarão de como diariamente milhares de pessoas peregrinavam para ir nos templos de adoração e se fantasiavam para rituais… e aí teremos pessoas no futuro imitando sagradamente esses ritos sem imaginar que se trata de um parque de diversões capitalista selvagem crianças de um homem gênio que deu vida a um rato chamado Mickey mouse …</p>
<p>Mas finja que nenhuma destas palavras passaram pela sua cabeça, pois isso te tiraria deste mundo normativo e certamente te jogará numa solitude ingrata.</p>
<p>Tudo bem. Não é tão ruim assim… da angústia, e serve para testar e apurar a capacidade e disciplina. Tem horas que dará certo e outras que se sucumbira. Ciclos.</p>
<p>Tudo é tão comparatório que para me validar preciso invalidar o outro. Para minha opinião ser válida é preciso que outra seja errada. Será que não dá o conviver sem ter que lacrar em cima do outro? Estamos todos tão machucados e tão macetados com ideias psicanalistas de traumas que esses já existem antes mesmo de acontecer.</p>
<p>Cresci com uma mãe que elege o filho e o acerto da vez, e tudo mais passa a não prestar, daí ela manipula, inventa histórias e cancela os outros, e exalta o escolhido, até que esse não serve mais ao propósito e aí ela faz tudo de novo mas com outro como figura central.</p>
<p>Vai ver daí vem meu trauma (risos) de achar um saco o que a sociedade digital do cansaço capitalista faz com tudo baseado no medo da comparação. Não é só sobre ter medo e sim sobre ter medo de numa comparação eu ser menos? Bullshit</p>
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<p>Beijo e abraço</p>
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<p>Autoria do texto: Juliana Cerdá Mendes</p>
<p>Imagem de capa: Pinterest</p>
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