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	<title>Arquivos gravidez | Da Terra que Cura</title>
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	<description>Calcinhas absorventes para uma menstruação com mais conforto!</description>
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		<title>Absorvendo o tabu: documentário retrata a menstruação na Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 13:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Menstruação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se existe um tema que permeia as conversas femininas é a menstruação. Porém, durante séculos este ciclo natural foi envolto em tabus e estigmas, relegado a um lugar de vergonha e silêncio. No entanto, estamos testemunhando uma mudança poderosa na forma como encaramos a menstruação. E um exemplo inspirador disso é o documentário &#8220;Absorvendo o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Se existe um tema que permeia as conversas femininas é a menstruação. Porém, durante séculos este ciclo natural foi envolto em tabus e estigmas, relegado a um lugar de vergonha e silêncio. No entanto, estamos testemunhando uma mudança poderosa na forma como encaramos a menstruação. E um exemplo inspirador disso é o documentário &#8220;Absorvendo o Tabu&#8221;, que traz à luz questões importantes sobre a menstruação na Índia e em todo o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Desconstruindo mitos e estigmas</strong></h3>
<p>O filme &#8220;Absorvendo o Tabu&#8221; mergulha de cabeça na realidade das mulheres indianas que lidam com a menstruação. Revela mitos profundamente enraizados e estigmas sociais que as impedem de viver com dignidade durante esse período natural. Ao desconstruir essas crenças, o documentário lança luz sobre a necessidade urgente de educação menstrual e acesso a produtos de higiene adequados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Empoderando mulheres através da educação</strong></h3>
<p>Uma das mensagens mais poderosas do filme é o papel transformador da educação menstrual. Quando as mulheres têm acesso a informações precisas sobre seu próprio corpo e ciclo menstrual, elas se tornam capacitadas a tomar decisões informadas sobre sua saúde e bem-estar. &#8220;Absorvendo o Tabu&#8221; destaca iniciativas locais que estão fornecendo educação menstrual em comunidades rurais, capacitando mulheres e meninas a quebrar o ciclo de vergonha e discriminação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong> Rumo a uma nova narrativa</strong></h3>
<p>À medida que desafiamos os tabus e estigmas associados à menstruação, estamos redefinindo o que significa menstruar. Esta é uma jornada em direção a uma nova narrativa sobre nossos corpos, uma em que a menstruação é celebrada como parte integrante da nossa experiência, em vez de ser relegada ao silêncio e à vergonha. Ao assistir a este filme e participar dessa conversa em curso, estamos moldando um futuro mais inclusivo e igualitário para mulheres e meninas em todo o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Absorvendo o Tabu&#8221; é mais do que um simples documentário; é um chamado à ação para quebrar o silêncio em torno da menstruação e promover a igualdade de gênero. À medida que continuamos a conversa sobre esse tema, é essencial que nos comprometamos com a educação, a sustentabilidade e o empoderamento das mulheres. Juntos, podemos transformar o tabu da menstruação em uma fonte de força e solidariedade feminina.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Se você quer se conectar mais com seu pós-parto e puerpério, conheça <a href="https://daterraquecura.com.br">nossas calcinhas absorventes</a>!</p>
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<p>Imagem retirada do pinterest Absorvendo o Tabu &#8211; 2018</p>










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		<title>Como lavar minha Calcinha Absorvente?</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/como-lavar-minha-calcinha-absorvente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Mar 2024 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Menstruação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A experiência da menstruação pode ser transformadora quando alinhamos cuidado pessoal com práticas sustentáveis. Para garantir o máximo de conforto e durabilidade das calcinhas absorventes DaTerraQueCura, é essencial conhecer os passos adequados de lavagem, e &#8220;Como lavar minha calcinha absorvente&#8221; é uma dúvida muito comum, você não está sozinha nessa! Por isso, neste guia, vamos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A experiência da menstruação pode ser transformadora quando alinhamos cuidado pessoal com práticas sustentáveis. Para garantir o máximo de conforto e durabilidade das calcinhas absorventes DaTerraQueCura, é essencial conhecer os passos adequados de lavagem, e &#8220;Como lavar minha calcinha absorvente&#8221; é uma dúvida muito comum, você não está sozinha nessa! Por isso, neste guia, vamos explorar dicas valiosas para manter suas calcinhas absorventes impecáveis, enquanto contribuímos para a saúde do planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong> Deixe de molho por até 2 horas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo para lavar a calcinha absorvente é deixar de molho. Após o uso, coloque sua calcinha absorvente em um balde com água. Deixe-a repousar por até 2 horas. Não recomendamos deixar mais tempo que isso, pois a menstruação é um elemento natural que também se decompõe com o passar do tempo, podendo deixar sua calcinha com um cheiro desse processo. </p>
<p>Essa água, agora enriquecida com a essência da sua lua, pode ser devolvida à terra, criando um ciclo harmonioso. Essa prática eco-friendly é um gesto simbólico de conexão com a natureza, alinhando seu ciclo menstrual ao ciclo da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Hora da lavagem: à mão ou na máquina</strong></h2>
<p>Para manter a qualidade dos tecidos, use sabão de coco ou qualquer outro sabão neutro, uma escolha suave e eficaz. Este momento é um ato de autocuidado e carinho pelo meio ambiente. Evite o uso de amaciantes, alvejantes e a secadora para preservar o tecido e também a natureza. Você pode lavar à mão ou na máquina, o importante é não utilizar os produtos citados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Seque na sombra</strong></h2>
<p>A terceira etapa é a secagem, um momento de preservar a vitalidade dos tecidos. Recomendamos secar à sombra para proteger as fibras do sol forte. Assim estamos prolongando a vida útil das calcinhas absorventes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cuidar de suas calcinhas absorventes DaTerraQueCura é mais do que uma rotina de lavagem; é uma jornada de cuidado sustentável. Ao seguir esses passos, não apenas garantimos a durabilidade dos tecidos, mas também incorporamos práticas que respeitam a natureza e promovem uma menstruação saudável e ecologicamente responsável. Vem conosco nessa jornada de autocuidado e sustentabilidade menstrual!</p>
<p>&nbsp;</p>











<p class="wp-block-paragraph">Se você quer se conectar mais com seu pós-parto e puerpério, conheça <a href="https://daterraquecura.com.br">nossas calcinhas absorventes</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-15330" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-300x300.webp" alt="" width="300" height="300" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-300x300.webp 300w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-1024x1024.webp 1024w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-150x150.webp 150w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-768x768.webp 768w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-600x600.webp 600w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-500x500.webp 500w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-800x800.webp 800w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-100x100.webp 100w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick-64x64.webp 64w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/03/jessicameyrick.webp 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Imagem retirada do pinterest <a href="https://br.pinterest.com/jessicameyrick/">jessicameyrick</a></p>










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		<title>Benefícios de utilizar Calcinha Absorvente Pós-parto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Feb 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chegada de um bebê traz consigo uma série de mudanças e desafios, e cuidar da saúde pós-parto é uma prioridade essencial. Nesse cenário, a calcinha absorvente pós-parto se destaca como aliada indispensável para as novas mães. Exploraremos aqui os benefícios significativos de incorporar essas calcinhas ao período pós-parto, proporcionando conforto, praticidade e bem-estar durante [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A chegada de um bebê traz consigo uma série de mudanças e desafios, e cuidar da saúde pós-parto é uma prioridade essencial. Nesse cenário, a calcinha absorvente pós-parto se destaca como aliada indispensável para as novas mães. Exploraremos aqui os benefícios significativos de incorporar essas calcinhas ao período pós-parto, proporcionando conforto, praticidade e bem-estar durante essa fase especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong> Conforto durante o puerpério</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Especialmente desenvolvidas para atender às necessidades específicas dessa fase, a calcinha absorvente pós-parto oferece um nível de conforto inigualável. Feitas com algodão, são confortáveis e respiráveis, proporcionando uma sensação agradável na pele, permitindo que as mães se concentrem na recuperação pós-parto e na nova rotina com o bebê se sentindo seguras e confortáveis com as calcinhas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Proteção contra vazamentos</strong></h2>
<p>A calcinha absorvente pós-parto são projetadas para oferecer uma proteção eficiente contra vazamentos, proporcionando tranquilidade às mães. O forro absorvente em tecido de algodão é gentil com a pele sensível, enquanto a tecnologia absorvente proporciona uma camada de proteção confiável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Facilidade e praticidade com a calcinha absorvente pós-parto </strong></h2>
<p>A praticidade é crucial durante o pós-parto, e as calcinhas absorventes são uma solução conveniente para a gestão dos cuidados íntimos diários. A simplicidade de usar uma peça única, que integra proteção absorvente, elimina a necessidade de lidar com múltiplos itens, proporcionando uma abordagem prática e eficiente para o autocuidado pós-parto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao escolher calcinha absorvente pós-parto, as mães estão investindo em seu próprio bem-estar e conforto durante uma fase tão especial. Além de proporcionar proteção eficiente, essas calcinhas são uma expressão do compromisso com a saúde íntima e o cuidado consigo mesma. Para uma transição suave ao papel de mãe, a escolha consciente de produtos como as calcinhas absorventes pós-parto reflete a importância de abraçar a maternidade com conforto, praticidade e carinho.</p>
<p>&nbsp;</p>











<p class="wp-block-paragraph">Se você quer se conectar mais com seu pós-parto e puerpério, conheça <a href="https://daterraquecura.com.br">nossas calcinhas absorventes</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-15271" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/02/cb998ae9817dc353efba37c095ab52aa-300x300.webp" alt="" width="300" height="300" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/02/cb998ae9817dc353efba37c095ab52aa-300x300.webp 300w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/02/cb998ae9817dc353efba37c095ab52aa-150x150.webp 150w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/02/cb998ae9817dc353efba37c095ab52aa-500x500.webp 500w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/02/cb998ae9817dc353efba37c095ab52aa-100x100.webp 100w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/02/cb998ae9817dc353efba37c095ab52aa-64x64.webp 64w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2024/02/cb998ae9817dc353efba37c095ab52aa.webp 564w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Imagem retirada do pinterest <a href="https://br.pinterest.com/pin/53621051807356274/">Isabell Altmeier</a></p>










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		<title>Uma vida em um parágrafo &#8211; Cora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 17:24:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[absorvente de pano]]></category>
		<category><![CDATA[calcinha absorvente]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ela tinha 13 anos, estava sentada na sala brincando quando sentiu uma dor forte na barriga a fez levantar e então pode sentir pela primeira vez seu sangue. Gritou pela irmã mais velha com receio da reação de sua mãe. A irmã, apesar de nunca ter compartilhado de sua experiência, agora mostrava profunda sabedoria no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Ela tinha 13 anos, estava sentada na sala brincando quando sentiu uma dor forte na barriga a fez levantar e então pode sentir pela primeira vez seu sangue. Gritou pela irmã mais velha com receio da reação de sua mãe. A irmã, apesar de nunca ter compartilhado de sua experiência, agora mostrava profunda sabedoria no assunto &#8211; levou a menina pro banheiro se limpar, disse que agora isso aconteceria todo mês e a entregou um pacote de absorvente descartável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Rimos com lágrimas refletindo que esses absorventes, usados “apenas” há 40 anos, ainda permanecem em algum lugar do nosso planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela continua, relembrando que naquela mesma noite, sua mãe não se pronunciara, mas seu pai a ofereceu pela primeira vez uma taça de vinho para um brinde, junto a uma aula de anatomia aonde explicara fisicamente as mudanças que seu corpo agora passaria &#8211; as teorias que um livro e um homem são capazes de alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acho o gesto bonito mas algo em mim entra em luto por aquela mãe que se quer conseguiu mostrar qualquer tipo de reação. Penso aonde estavam as amigas, as irmãs, a celebração, o pé na terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela continua dizendo que os próximos 30 anos de encontros mensais com seu sangue foram de dor, desconforto e angústia. Foi apenas com a chegada da menopausa, que essa mulher pode sentir em sua alma o poder em sangrar. Viveu um luto por sua jornada e pediu com todas as forças que pudesse então sangrar novamente. Pediu com tanta força que veio, e essa mulher, agora já vivendo seu arquétipo de anciã, pela última vez pode sangrar. E sangrou por 30 dias. 30 dias de memórias &#8211; corporal e afetiva, aonde ela pôde finalmente se entregar e compreender que sangrar todo mês vai muito além de teoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os absorventes usados pela menina provavelmente ainda estão intactos, mas essa mulher, como todas nós, se transformou mensalmente- gostando disso ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que possamos cada vez mais viver uma história de acolhimento e amorosidade com nosso sangue, nosso corpo e nosso lugar no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Cora &#8211; <a href="https://www.instagram.com/coraphotography_/#">@coraphotography_</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="685" height="1024" class="wp-image-14590" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-07-30-at-09.16.13-1-685x1024.jpeg" alt="" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-07-30-at-09.16.13-1-685x1024.jpeg 685w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-07-30-at-09.16.13-1-201x300.jpeg 201w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-07-30-at-09.16.13-1-768x1148.jpeg 768w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-07-30-at-09.16.13-1-1028x1536.jpeg 1028w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-07-30-at-09.16.13-1-800x1196.jpeg 800w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-07-30-at-09.16.13-1.jpeg 1370w" sizes="(max-width: 685px) 100vw, 685px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://daterraquecura.com.br/uma-vida-em-um-paragrafo-cora/">Uma vida em um parágrafo &#8211; Cora</a> apareceu primeiro em <a href="https://daterraquecura.com.br">Da Terra que Cura</a>.</p>
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		<title>Onde sonhos germinam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 12:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu vinha planejando uma boa transformação no meu jardim já a um tempo. Aquele dia acordei inspirada, coloquei as crias no carro e fomos atrás de sementes. Dei sorte e encontrei todas que queria no mesmo lugar e ainda voltamos pra casa com um par de luvas de jardinagem pra cada um. O espaço era [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Eu vinha planejando uma boa transformação no meu jardim já a um tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquele dia acordei inspirada, coloquei as crias no carro e fomos atrás de sementes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dei sorte e encontrei todas que queria no mesmo lugar e ainda voltamos pra casa com um par de luvas de jardinagem pra cada um.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O espaço era grande, tiramos tudo que ali não mais servia, cavocamos com as próprias mãos aquela terra úmida. Encontramos um mundo ali embaixo. Comemorávamos cada ser novo que aparecia no caminho. Agradecíamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Plantamos Camomila, Calêndula , Equinacea, Artemísia e uma flor que sempre me hipnotiza chamada Cosmos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com orgulho de missão cumprida, molhamos as sementes agora plantadas, guardamos as luvas e como o pôr do sol já nos lembrava, era hora de janta, banho e cama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acabo pegando no sono junto deles e embarco no sonho mais especial que já experienciei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou eu, no quarto da minha vó materna e em cima de sua cama muitas coisas. Pilhas de coisas que parecem serem minhas e uma velha, que me confundiu ser minha própria avó pelos seus traços familiares a mim. Ela tinha um pouco de pressa, me falava coisas de além do tempo, colocávamos juntas aquele tanto de coisa numa mala, que parecia ser minha também. Eu estava indo embora. E ela ali comigo como se soubesse do meu destino. Me aconselhava coisas da alma em sua sabedoria anciã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordo eufórica e um tanto confusa se aquela era minha avó, pego o celular e começo a escrever sobre o sonho e conforme as palavras vão vindo me dou conta de que pela primeira vez em 31 anos, eu recebi a visita da velha. Logo após um dia inteiro plantando minha medicina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Começo a chorar, me levanto, o sangue vem. Tudo faz sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rego a terra todos os dias agradecendo sua visita e ansiosa pelo nosso próximo encontro. E aqui fica o convite pra você cavocar seu jardim também. Coisas mágicas acontecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Cora &#8211; <a href="https://www.instagram.com/coraphotography_/#">@coraphotography_</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="761" height="1419" class="wp-image-14506" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-04-at-07.15.23-edited.jpeg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Crédito da fotografia: pra <a href="http://www.instagram.com/amywoodwardphoto">@amywoodwardphoto</a></p>
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		<title>A intuição, o medo e o mar.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 14:02:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A intuição, o medo e o mar. Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer! No estudo de vedanta, que são os capítulos finais de cada livro dos vedas, tradição indiana, contam-se muitas histórias, pois elas ilustram e nos guiam através de emoções, sentimentos, analogias e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A intuição, o medo e o mar.</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>



<p class="wp-block-paragraph">No estudo de vedanta, que são os capítulos finais de cada livro dos vedas, tradição indiana, contam-se muitas histórias, pois elas ilustram e nos guiam através de emoções, sentimentos, analogias e exemplos que nos despertam. Como se ao invés de nos apontar diretamente para um estrela no céu, que não conseguimos ver, a história vai nos guiando, pela árvore, pelo galho, na direção onde finalmente miramos o ponto brilhante na imensidão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certa vez escutei de um professor de vedanta uma história sobre o mar, ele contava que tal pessoa um dia acordou, abriu os olhos e se deu conta que estava numa imensidão azul, dentro do oceano. Olhou para um lado, para outro, para cima e até para baixo, percebeu que pelo menos sabia nadar, mas não fazia ideia de como tinha ido parar lá. Então o dilema, o que faço agora? Fico parado tentando descobrir de onde vim e para ponde vou e porque de tudo, sabendo que isso me faria afogar em pouco tempo, ou começo a nadar para quem sabe chegar em algum lugar, e aí entender o propósito de estar vivendo aquilo? Isso acontece conosco todo instante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora e se esse mar for, nossas emoções, se o despertar for nossa intuição e se as dúvidas forem nosso ego? Certamente que as dúvidas são como bussola e nos fazem mover e querer sair da situação, mas elas também podem nos afogar se ficamos paralisadas com medo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes nos vemos em situações onde farejamos caminhos, sentimos medo, e paralisamos entregando nossa bussola nas mãos de outros, que se vierem carimbados de selo de especialista ou vestido de espiritualidade, ficam mais apetitosos ainda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se deixarmos sangrar, se deixarmos adoecer para curar, se não tivermos nada a perder pois o ganho é aprender, se simplesmente ao despertar nadarmos com medo mesmo, e com nossa bussola ego nos ajudando como ferramenta, e não mais como peso extra?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Salve Mãe Iemanjá, rainha das cabeças e do mar. Facilidade, alegria e glória. Beijos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: </strong>JULIANA CERDÁ MENDES GOUVEIA &#8211; <a href="http://www.instagram.com/julianacerdamendes">@julianacerdamendes</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" class="wp-image-14495" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-30-at-11.18.58-1-768x1024.jpeg" alt="" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-30-at-11.18.58-1-768x1024.jpeg 768w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-30-at-11.18.58-1-225x300.jpeg 225w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-30-at-11.18.58-1-800x1067.jpeg 800w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-30-at-11.18.58-1.jpeg 960w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem <a href="http://www.instagram.com/georgia.cardoso">Georgia Cardoso</a></p>
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		<title>Sobre sangue, suor, leite e lágrimas</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/sobre-sangue-suor-leite-e-lagrimas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 12:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Parir para mim sempre foi visivelmente um rito de passagem. A fisiologia em seu maior estado de expansão. Temos que nos entregar ao suor, à lágrima e ao sangue, que perdura no puerpério durante longos dias, nos lembrando da vulnerabilidade de existirmos e da nossa fisiologia em estado de vida constante. Entre os seios o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">Parir para mim sempre foi visivelmente um rito de passagem. A fisiologia em seu maior estado de expansão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos que nos entregar ao suor, à lágrima e ao sangue, que perdura no puerpério durante longos dias, nos lembrando da vulnerabilidade de existirmos e da nossa fisiologia em estado de vida constante. Entre os seios o leite e entre as pernas o sangue, nos convida diariamente a lembrar que a vida que gera vida é um portal da natureza e que assim segue a lógica do nosso sangue, que neste período de pós parto vem como um estado de purificação e de imensa reconstrução de órgãos e um corpo que acolheu e pariu outro corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estado de vulnerabilidade, de retiro, de expansão e retração do útero. Um choro de bebe que nos lembra de acolher ao nosso filho, e um sangue que escorre entre as pernas nos lembrando de acolher nós mesmas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De que maneira então, olhar para este período e processo com generosidade e amorosidade a si mesmo? Compreendendo este novo corpo que vive e revive a sua história, que se reconstrói e se alinha a uma nova camada de existência chamada puerpério. E que o mesmo sangue que escorre pelas vulvas, foi o mesmo sangue da primeira morada dos nossos filhos. De que maneira honrá-los?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Crie um ritual de ciclicidade, um ritual de reconexão, de limpeza, de entrega a este sangue que se esvai por onde nutriu e aninhou um bebe, por onde pariu e gestou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ritualize um ciclo que se encerra, de gestar. Faca de seu sangue um rito, um ritual um processo de auto regulação e organização de seu corpo, de seus ciclos de estar no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E escolha formas de sangrar no puerpério com amorosidade, delicadeza e consciência. Com produtos que realmente acolheram este processo como precisa ser: com acolhimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dê boas vindas ao seu puerpério, ao seu sangue, ao seu leite, suor e lágrimas, e se possível, faça deles uma conexão íntima com nosso interno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: </strong>Samanta Gianico &#8211; Gestar Parir e Amar &#8211; <a href="http://www.instagram.com/gestar_parir_amar/">@gestar_parir_amar</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="1121" class="wp-image-14490" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/05/✻-THE-COMMUNE-✻-_-Bohemian-Diesel-Blog-750x1121.jpeg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem <a href="http://www.instagram.com/alexandrasadventures" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alexandra Sasa Pumayruna</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>TPM e um convite à autorresponsabilidade</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/tpm-e-um-convite-a-autorresponsabilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 12:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A transição da fase ovulatória para a fase pré-menstrual é a mais perceptível e intensa corpo adentro, nossos sentimentos, emoções e manifestações mudam bruscamente, e administrar esse turbilhão de hormônios e sensações é desafiador. Nossa versão mais selvagem e animalesca nem pede licença e se manifesta instintivamente, conseguir ter o domínio do corpo e mente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p class="wp-block-paragraph">A transição da fase ovulatória para a fase pré-menstrual é a mais perceptível e intensa corpo adentro, nossos sentimentos, emoções e manifestações mudam bruscamente, e administrar esse turbilhão de hormônios e sensações é desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa versão mais selvagem e animalesca nem pede licença e se manifesta instintivamente, conseguir ter o domínio do corpo e mente nesse momento do ciclo requer muita presença e estudo sobre si mesma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sinto que é o momento do nosso ciclo menstrual que nos permitimos ser desagradáveis e agimos de forma autêntica, e por tantas castrações sociais, é como se naquele momento nos permitissem ligar o botão de não nos importarmos com o que os outros vão pensar, e deixarmos, muitas vezes inconscientemente, o nosso corpo manifestar a sua selvageria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o momento do nosso ciclo que não deixamos nada passar, e não porque queremos conscientemente que seja assim, é porque somos movidas pelo instinto, mas toda fera pode ser mestra de si mesma, e até a nossa versão mais selvagem precisa ter consciência dos seus instintos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que no ímpeto de impor todos nossos limites, falar o que sentimos, expressarmos nossa ira não estamos invadindo o espaço do outro de forma não saudável? Será que por aquele tempo determinado nos permitimos tudo, porque nos silenciamos em todas outras fases? Será que estamos sendo coerentes e mestras de nós mesmas no nosso período pré-menstrual?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chave que enxergo como revolucionária e autorresponsável é termos sapiência, ter domínio sobre si mesma é compreender os seus movimentos naturais, ser maestra neste lugar, e assim saber interpretar e comunicar tudo que acontece corpo adentro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do contrário, vamos continuar passando por esse momento do ciclo e vamos sair dele nos sentindo culpadas pelo que soltamos aos ventos de forma descompensada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já experimentou comunicar as pessoas ao seu entorno que está na fase pré menstrual?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saber explicar o que acontece corpo adentro, deixar claro os seus limites e fazer acordos para esse período é a uma forma autêntica de ser fiel a si mesma, e saber respeitar os sentimentos das pessoas que te cercam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando sabemos nos respeitar, também queremos que o outro seja respeitado, mas quando nos desrespeitamos, abrimos espaço para que em algum momento, que nesse caso é a TPM, desrespeitarmos também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher que é mestra de si, tem como um dos seus pilares de fortalecimento a autorresponsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ter propriedade sobre si mesma é a nossa libertação, e a libertação de todas nossas relações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: </strong>Nathália Jucinsky <a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/">@nathaliajucinsky</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="750" class="wp-image-14484" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/05/81e6ef55888115e77e0a3ea957819221-500x750.jpg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem via Pinterest</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O TAo DO LIMITE</title>
		<link>https://daterraquecura.com.br/o-tao-do-limite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[absorvente de pano]]></category>
		<category><![CDATA[calcinha absorvente]]></category>
		<category><![CDATA[escritoras]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>            Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!             Nesse texto senti de trazer para a cena da terra que cura, algo que pode servir para tudo, até nos momentos mais íntimos, e que tem sido raro e caro; e que logo ganhará “status” de meta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p class="wp-block-paragraph">            Salve e Bença. Que bom que você está aqui para esta leitura e encontro. Muito prazer!</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Nesse texto senti de trazer para a cena da terra que cura, algo que pode servir para tudo, até nos momentos mais íntimos, e que tem sido raro e caro; e que logo ganhará “status” de meta de vida, como antes já foi a liberdade, o amor, a riqueza, o conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">            O TAL DO LIMITE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Limite talvez seja uma palavra que vai ter um dos maiores ressignificados dos últimos tempos, pois ele até então soou como algo que não era bem-vindo e contrário a tudo que é legal. Amar, gastar, falar, ter, sentir, sem limites, vida loka, paz e amor&#8230;são tantos clichês possíveis&#8230;. mas será mesmo que limite é negativo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Uma criança que vê o limite de frente esperneia, mas depois ela sente uma segurança tremenda, pois sabe que ali teve um adulto cuidando dela, caso contrário ela teria que precocemente fazer escolhas assumindo consequências e de fato correndo riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Onde começa eu e onde começa você? Em que ponto nós nos tocamos, encontramos, batemos? Celebramos? Fato que entre as pessoas e coisas existe algo, que pode ser imaginário ou material, que nos delimita. Saber disso e onde está isso nos permite saber até onde podemos avançar e qual momento de parar, caso contrário haverá choque, conflito, embate e até machucados. E não é isso que estamos vendo hoje em dia?</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Cancelamentos, lutas legitimas, debates necessários, reuniões que poderiam ser e-mail, home office, contrato de namoro, on-line, privacidade, rede social, caos&#8230; será que tudo estaria assim se antes tivéssemos dado bola para o limite? Essa ventania toda até que é bem lucrativa né, afinal não tem almoço grátis, e se você não sabe o limite e sofre por conta disso, eu posso ser sua guia, basta pagar a mensalidade para desbloquear todos os níveis de abundância (contém ironia e material para ser cancelada, e está tudo bem).</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Então vamos a ele,</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>LIMITE</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>substantivo masculino</em></p>



<ol class="wp-block-list" start="1" type="1">
<li>1. linha que determina uma extensão espacial ou que separa duas extensões. (ex: &#8220;os l. de um terreno&#8221;)</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2" type="1">
<li>2. momento, espaço de tempo que determina uma duração ou que separa duas durações. (ex: &#8220;no l. da Idade Média e dos tempos modernos&#8221;)</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Em outras palavras, meu direito começa onde o seu termina, faça para os outros o que gostaria que fizessem para você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Qual nosso lugar de fala? Onde começamos a nos apropriar ao invés de homenagear, até que horas posso te ligar, qual momento de falar e de calar, qual minha luta, qual minha conquista, qual meu prazer, qual meu limite. Qualquer frase de efeito trará o dilema do limite. Está se apresentando o nosso mal do século. Sem limite não há saúde, respeito e nem mesmo amor-próprio. Se eu branca quero trançar meus cabelos por achar bonito, mesmo sabendo a importância histórica das tranças nagô, estaria extrapolando limites e me apropriando de algo? Ou isso só seria equivocado se ao usar esse símbolo eu desrespeitasse me comportando duvidosamente? A estampa de roupa contendo um desenho que retrata a violência, que foi a escravização, cruzou algum limite? E se a estampa ao invés da escravização, exaltasse a beleza da pele preta?</p>



<p class="wp-block-paragraph">            Tudo é relativo lá onde está essa entidade chamada limite, mas é objetivo e urgente o reconhecimento deste lugar, para que haja respeito, harmonia e para que possamos conviver nas nossas diferenças. Para avançarmos para uma convivência multigênero, multitarefas, multi possibilidades, precisamos estabelecer limites, para que todos tenham lugar, para que ninguém precise ser voz de ninguém, para que tudo caiba sem choque, acomodado, adaptado, senão o limite dará lugar à tirania, pois o fato de uma luta ser legitima não vai deslegitimar a outra. Eu não tenho direito de obrigar outra pessoa a ver e ser como eu, eu posso é respeitar o limite entre a minha vontade e a outra, e onde estas linhas se encontram é um lugar de afeto, de troca, de reconhecimento e amor. Faz o que tu queres, há de ser o todo da lei, lei sob vontade, onde todo homem e toda mulher, e todo ser, são uma estrela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">            A terra que cura nos traz uma possibilidade, nos convida a explorar nossos limites, sabermos até onde e quando queremos ir, mas isso nos dá o direito de exigir que ela se curve à nossa vontade ou podemos respeitar limites e convivermos com este imaginário criativo e fértil? Vamos viver tudo que há! Te vejo no limite! Beijos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: </strong>Juliana Cerdá <a href="https://www.instagram.com/julianacerdamendes/">@julianacerdamendes</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="274" height="182" class="wp-image-14465" src="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-04-28-at-15.57.33-274x182.jpeg" alt="" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
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		<title>Uma carta à menarca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 12:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Uma carta à menarca Hoje esse texto é uma carta à menarca de minha filha, e de todas as meninas que seguirão sangrando pela vida.  Morre entre as pernas a primeira infância. Nasce entre as pernas uma gota de sangue como um rito de passagem que vem para contar que um novo mundo interno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma carta à menarca</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje esse texto é uma carta à menarca de minha filha, e de todas as meninas que seguirão sangrando pela vida. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Morre entre as pernas a primeira infância. Nasce entre as pernas uma gota de sangue como um rito de passagem que vem para contar que um novo mundo interno e externo se abre diante de sua vulva: a ciclicidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje acordei com minha filha sussurrando em meus ouvidos: &#8220;Mãe, eu menstruei&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu dei um pulo da cama, mas mantendo a calma e serenidade. Afinal, meu coração acelerou, apesar disto tudo fazer parte de um processo natural da vida. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, tantas coisas passaram pela minha cabeça de mãe. Um flash de toda sua infância se passou em 2 segundos sob minha tela mental,  mais alguns flashes se passaram sobre tudo o que poderei compartilhar com ela sobre ser cíclica, ser mulher e humana em uma sociedade contemporânea que sutilmente castra nossa maior potência: a de pertencer a nós mesmas, de ser dona de nossos fluxos e processos, alinhando-as à natureza externa que nos rege também em nossa natureza interna. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A abracei, perguntei como ela se sentia e a resposta foi: &#8220;Me sinto diferente&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E sim, a vivência de sangrar pelas pernas nos atravessa. Lembrei que nos maiores ritos de vida eu sangrei entre as pernas, no meu parto e na minha menarca. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sigo hoje durante o dia e enquanto escrevo este texto mergulhando nas minhas mais profundas entranhas e pensando o quanto ritualizar nosso sangue é uma passagem daquilo que as palavras não alcançam para definir. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Que a estranheza do &#8220;se sentir diferente&#8221; possa ser nomeado, não em inteligência racional, apenas, mas em processos vividos de corpo e alma. Que compreender a menarca possa vir de um lugar de passagem, integrando quem se era para quem se é, e quem se torna, a cada novo ciclo, a cada nova lua, a cada nova estação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceitar nossos processos naturais, aceitar nosso sangue, aceitar os processos de vida, morte e vida, e fazê-los deles ritos de passagens é revolucionário. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como será constituída uma sociedade a partir de meninas e pessoas que possuem útero, aceitarem e reconhecerem em todos os seus poros a transformação de sangrarem? De crescer? De ser e deixar ser? De estarem intimamente conectadas a natureza e de serem parte tão intrínseca dela? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Que hoje o sangue que escorre das pernas de minha filha seja acolhido, em sua maior integralidade. Que seu sangue seja honrado, visto e reconhecido. Que ele seja ritualizado, abençoado e sagrado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu te vejo minha filha, te vejo diferente. Acolho a sua ciclicidade e caminharei de mãos dadas rumo a direção de se amar e se conhecer, como ser natural da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: </strong>Samanta Giannico <a href="http://www.instagram.com/gestar_parir_amar">@gestar_parir_amar</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1500" height="751" class="wp-image-14439" src="https://www.daterraquecura.com/wp-content/uploads/2023/04/fotosa-1-edited.png" alt="" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/fotosa-1-edited.png 1500w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/fotosa-1-edited-768x384.png 768w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/fotosa-1-edited-800x400.png 800w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fotografia: Marina Wang &#8211; em um registro chamado “A floresta que me habita”</p>
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		<title>Meu sangue, meu guia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 12:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Meu sangue, meu guia Deságuo neste rio vermelho, que escorre e me traduz, aprecio e deixo correr. É gostoso sentir meus fluídos internos, me apreciar de uma forma selvagem, essa experiência me leva a um lugar orgástico pelo meu corpo mulher. O sangue que escorre pelo meu ventre hoje é motivo de celebração, de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Meu sangue, meu guia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Deságuo neste rio vermelho, que escorre e me traduz, aprecio e deixo correr. É gostoso sentir meus fluídos internos, me apreciar de uma forma selvagem, essa experiência me leva a um lugar orgástico pelo meu corpo mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sangue que escorre pelo meu ventre hoje é motivo de celebração, de entusiasmo, alívio, euforia, a sua chegada desperta a minha menina curiosa, aquela que gostava de ler sobre o futuro, saber o que ia acontecer e o que as cartas diziam para ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, através da compreensão sobre o meu corpo, alimento a minha menina, meu sangue é meu oráculo pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através da minha auto observação as cartas vão saltando do baralho e logo a tiragem tá ali, bem na minha frente, me apresentando sinais da travessia que vou percorrer em mais um ciclo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vida é feita de agora, mas poder usar a intuição e compreender a linguagem do nosso corpo, nos possibilita lançar flechas certeiras, apreciar o processo com mais leveza, e apropriar-se do poder interior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que magia poder ser mestra de si mesma, ler o seu próprio futuro a partir da conexão profunda com o corpo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O  sangue que escorre no primeiro dia de lua me traz um sentimento de fé, fé que o novo sempre chega, esperança que tudo muda o tempo todo, e conforme vai mudando o corpo vai respondendo. A apropriação de si, do nosso corpo templo em manifestação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Queria poder ter dito para minha menina, minha criança, que o corpo dela é um templo sagrado, que a cada ciclo lunar ela recebe de presente um oráculo, todo seu, nas mãos, que ela tem o poder e intuição de decifrar cada detalhe, e não porque ela estudou sobre o assunto, e sim porque ela conhece tudo sobre si mesma, e o que não conhece tem propriedade para descobrir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu sangue é meu guia, a lua é minha mestra, e em total conexão com a minha natureza interna tenho o poder de ser Rainha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje eu não quero contar sobre a parte desafiadora de chegar até esse lugar, hoje eu quero celebrar por ter seguido meu coração, honrado a minha natureza feminina e ancestral, e seguidos meus instintos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sangue que escorre do meu ventre é jóia rara. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Nathália Jucinsky &#8211; <a href="https://www.instagram.com/nathaliajucinsky/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@nathaliajucinsky</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" class="wp-image-14412" src="https://www.daterraquecura.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-11-at-10.41.06.jpeg" alt="" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-11-at-10.41.06.jpeg 768w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-11-at-10.41.06-225x300.jpeg 225w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem do Pinterest: Gypsy Priestess Leesa Wilson</p>
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		<title>Por todas as menarcas que passei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DaTerraQueCura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[absorvente de pano]]></category>
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		<category><![CDATA[escritoras]]></category>
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		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por todas as menarcas que passei Dessa vez eu não estava no meu quarto rosa com cheiro do amaciante que minha mãe usava. Estava eu molhada de leite, cercada de brinquedos que não eram meus e com olheiras que um dia também não foram minhas. Navegando entre mundos desconhecidos e também tão familiares, notei [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por todas as menarcas que passei</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa vez eu não estava no meu quarto rosa com cheiro do amaciante que minha mãe usava. Estava eu molhada de leite, cercada de brinquedos que não eram meus e com olheiras que um dia também não foram minhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Navegando entre mundos desconhecidos e também tão familiares, notei em meu filho gestos de estranheza com meu leite. A irritação dele em não entender o que estava acontecendo, também era a minha e percorremos aquele dia num mix de desentendimento e frustração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A energia estava diferente, mas eu culpava a lua cheia &#8211; mesma lua que nos reencontramos, eu e ele, 15 luas atrás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao me levantar da cama no dia seguinte, sinto escorrer ainda lá dentro e então mundo afora, um pedaço do que vivi. Como no trailer de um filme me vejo com um resultado positivo de gravidez, as dores na lombar, o desenrolar do cordão umbilical ainda em seu pescoço branco de vernix, e eu ali em pé parada a escorrer o sangue mais vivo que já havia visto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como cachoeira após a tempestade, meu corpo se despedia de um ciclo inteiro; uma vida. Sinto alivio, alegria, luto, dor &#8211; tudo na mesma intensidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sinto a morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era como se agora o parto ficasse na página ao lado e uma estranha sensação de distanciamento do meu filho &#8211; não éramos um, agora seríamos dois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu precisava voltar a ser para mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Que sorte hoje ser domingo”, penso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anuncio a familia minha indisponibilidade, reabro a gaveta com meus absorventes de pano, deito na grama do quintal e viajo pra dentro de meu útero, agora vazio de meu filho mas borbulhante em novos projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tive lembranças vívidas do dia do parto &#8211; dos dois que vivi. O cheiro que eu exalava era parecido com aquele cheiro que eles chegavam pros meus braços e essa memória afetiva, a cada vez que eu a sentia no ar, ela subia de dentro do meu útero, direto pra minha alma e com sorte, algumas dessas também passavam pela minha mente e eu podia reviver tudo aquilo que vivemos juntos. Me despedi desse ciclo com muito acolhimento, me despedi da velha e abri espaço para a mulher que agora chegava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a segunda-feira sempre chega, e minha tenda foi invadida por dois seres que traziam consigo latas de tinta e que rapidamente transformaram minha tenda até então vermelha, num completo caos de cores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Respiro profundamente, tiro a armadura, abraço o momento e me acolho;</p>



<p class="wp-block-paragraph">desse sangue vieram esses dois seres que, por hora, precisam de mim mais do que a mim mesma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoria do texto: Cora &#8211; <a href="https://www.instagram.com/coraphotography_/#">@coraphotography_</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="831" height="1024" class="wp-image-14323" src="https://www.daterraquecura.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-03-at-14.48.51-2-831x1024.jpeg" alt="" srcset="https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-03-at-14.48.51-2-831x1024.jpeg 831w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-03-at-14.48.51-2-243x300.jpeg 243w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-03-at-14.48.51-2-768x947.jpeg 768w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-03-at-14.48.51-2-800x986.jpeg 800w, https://daterraquecura.com.br/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-03-at-14.48.51-2.jpeg 1170w" sizes="auto, (max-width: 831px) 100vw, 831px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
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